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Remodelamento do tendão em resposta ao exercício resistido, esteróides androgênicos anabólicos e envelhecimento

Processo: 18/25212-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de fevereiro de 2019 - 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo
Beneficiário:Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/00798-2 - A matriz extracelular no envelhecimento, no exercício e no microambiente tumoral, AP.TEM
Assunto(s):Envelhecimento  Matriz extracelular  Exercício físico  Tendões 

Resumo

Exercício de treinamento (ET), esteróides anabólicos androgênicos (EAA) e envelhecimento são fatores potenciais que afetam a homeostasia dos tendões, e em particular, o remodelamento da matriz extracelular (MEC). O objetivo desta revisão é agregar os achados relativos aos efeitos do treinamento resistido (TR), de EAA e do envelhecimento sobre a homeostasia do tendão. Os dados foram selecionados a partir de nossos estudos sobre o tendão calcâneo de ratos. Nós demonstramos um conjunto de efeitos detrimentais dos EAA e do envelhecimento nos parâmetros funcionais e biomecânicos, incluindo a densidade de vasos sanguineos, células adiposas, calcificação de tendões, conteúdo de colágeno, a regulação da expressão das principais proteínas relacionadas aos processos metabólicos e de desenvolvimento, bem como o remodelamento da MEC. RT aliviou a disfunção do tendão relacionada idade. Nossos resultados sugerem que EAAs associados ao TR de alta intensidade prejudicam o remodelamento da MEC e induzem adaptações moleculares e biomecânicas do TC. Além disso, nós fornecemos evidências sobre os efeitos deletérios dos EAAs nos tendões a nível transcricional bem como os efeitos benéficos do TR contra as adaptações do tendão induzidas pelo envelhecimento em ratos. Nossos estudos podem contribuir em termos de abordagens clínicas a favor dos benefícios do TR para condições de tendinopatias bem como indicando os malefícios do uso inadequado dos EAAS no desenvolvimento do tendão. (AU)