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Diversidade de amebas de vida livre no Rio Monjolinho no estado de São Paulo - abordagens morfológicas e moleculares

Processo: 18/20693-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2019 - 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Otavio Henrique Thiemann
Beneficiário:Otavio Henrique Thiemann
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos, SP, Brasil
Pesq. associados:Douglas Cedrim Oliveira ; Jacob Lorenzo-Morales ; María Reyes Batlle ; Odete Rocha
Assunto(s):Saúde pública  Filogenia  Biodiversidade  Amoeba  Trofozoítos  Análise morfológica  Análise molecular  Encefalite  Rio Monjolinho 

Resumo

Amebas de vida livre (AVL) são protistas de ampla distribuição ambiental, desde amostras de água doce a amostras de solo. Os gêneros Naegleria, Acanthamoeba, Sappinia e Balamuthia atribuem destaque ao grupo devido às encefalites causadas em seres humanos, normalmente relatadas pós mortem, uma vez que as doenças frequentemente são fatais. O conhecimento sobre a biodiversidade das AVL em geral e a incidência dos gêneros patogênicos no Brasil são ainda pouco elucidados. Neste sentido, esta pesquisa objetiva identificar a ocorrência ambiental de AVL em cinco sítios de coleta no Rio Monjolinho, São Carlos - São Paulo, Brasil. A metodologia adotada inclui a caracterização liminológica da água e análises morfológicas e moleculares das amebas encontradas. Após o cultivo e isolamento dos trofozoitos serão realizadas microscopia óptica utilizando quatro métodos de coloração e microscopia eletrônica de varredura. A identificação morfológica das espécies será feita utilizando o guia de classificação PAGE via elaboração de uma ferramenta de visualização do mesmo. A abordagem molecular inclui um conjunto de primers para amplificar a região 18S rDNA do grande grupo AVL, bem como por identificações gênero-específicas, seguidos por sequenciamento Sanger. Por sua vez, o DNA extraído diretamente das amostras ambientais será sequenciado em uma plataforma Illumina HiSeq. Testes piloto para validação da metodologia proposta revelaram seu potencial no isolamento de amebas desde o processo de coleta de água, cultivo dos trofozoitos e reações de PCR. Este projeto busca o adequamento ao programa BIOTA-FAPESP por investigar a biodiversidade de AVL em um rio paulista com potencial para contribuição na saúde pública, se detectadas espécies patogênicas. (AU)