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Begomovirus e crinivirus em solanáceas: epidemiologia molecular regional e alternativas sustentáveis de manejo integrado

Processo: 18/18274-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de fevereiro de 2019 - 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Jorge Alberto Marques Rezende
Beneficiário:Jorge Alberto Marques Rezende
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesquisadores principais:Armando Bergamin Filho
Pesq. associados: Alberto Fereres Castiel ; Alice Kazuko Inoue Nagata ; André Luiz Lorenzon ; Carlos Francisco Ragassi ; Joao Roberto Spotti Lopes ; Leonardo Cunha de Albuquerque ; Miguel Michereff Filho ; Mirtes Freitas Lima ; Pedro Henrique Brum Togni ; Regiane Cristina Oliveira de Freitas Bueno ; Renate Krause Sakate ; William M. Wintermantel
Bolsa(s) vinculada(s):19/18639-4 - Interações envolvendo Begomovírus, solanáceas e diferentes espécies crípticas de Bemisia tabaci, BP.PD
19/16248-8 - Tentativas de identificação de hospedeiros fontes de inóculo do Tomato Severe Rugose Virus através de sequências parciais do genoma viral, BP.PD
19/14399-9 - Comportamento de Bemisia tabaci, BP.TT
Assunto(s):Epidemiologia molecular  Manejo integrado  Bemisia tabaci  Capsicum annuum  Solanum tuberosum  Tomato chlorosis virus  Begomovirus  Crinivirus  Solanaceae 

Resumo

O projeto de pesquisa propõe dar continuidade aos estudos epidemiológicos, com abordagem ao nível regional (paisagem), para identificar hospedeiros amplificadores (amplifier hosts) responsáveis por frequentes epidemias das doenças causadas por tomato severe rugose virus (ToSRV) e tomato chlorosis virus (ToCV) em cultivos de solanáceas em diferentes regiões produtoras do país. Estudos básicos das características moleculares de begomovirus e crinivirus, bem como das interações vírus/vetores/plantas serão continuados, para ampliar a compreensão dos patossistemas. Ao final pretende-se estabelecer alternativas sustentáveis para o manejo dessas doenças principalmente em plantações de tomateiro, batateira e pimenteira. Para atingir esse objetivo a proposta é apresentada em cinco módulos com os seguintes objetivos específicos: (1) Biologia molecular - detecção, caracterização molecular de begomovirus e fluxo gênico em Bemisa tabaci MEAM1; (2) Relações vírus-vetor-planta - estudos populacionais e comportamentais de B. tabaci MEAM 1 e MED e relações com vírus/plantas; (3) Epidemiologia em paisagem - identificar a presença e atuação de hospedeiros amplificadores nas epidemias; (4) Fontes de inóculo: identificar a importância de hospedeiros alternativos na epidemiologia das doenças; (5) O vetor - estudar parâmetros biológicos; (6) Manejo - estudar diferentes alternativas de manejo, tais como controle biológico do vetor, indução de resistência, resistência genética, premunziação e manejo cultural. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Técnica combate doença mais comum na cultura do maracujá 
Pós-doutorado em Virologia Vegetal com Bolsa da FAPESP