Resumo
Mortalidade e morbidade no período neonatal, e as sequelas dos desafios neste período são os maiores desafios para o bem-estar dos suínos, e de outras espécies. Dados de mortalidade oscilam entre 5 a 20% dos leitões nascidos. A nossa hipótese é de que a sobrevivência, o bem-estar e a saúde da prole estão relacionados com as condições dos progenitores no período pré-cópula, com a qualidade de vida da fêmea no período gestacional e com a qualidade da relação materno-filial no período neonatal. Esta hipótese será testada em três experimentos envolvendo suínos domésticos. O bem-estar de machos e fêmeas, mantidos em ambientes enriquecidos ou pobres no período pré-cópula será monitorado. Os animais também terão sua saúde desafiada com lipopolissacarídeo (LPS), que induz uma situação de doença. As diferentes combinações de tratamento (LPS ou salina) e alojamento (rico e pobre) dos machos vão resultar em quatro grupos distintos, cujo sêmen coletado será homogeneizado (pool) em cada tratamento para que possa ser utilizado na inseminação das fêmeas que serão mantidas em ambiente enriquecido ou pobre durante a gestação. Claudicação vai ser monitorada nas fêmeas. Medidas comportamentais, de emocionalidade, cognição, viés cognitivo, fisiológicas, bem como indicadores de produtividade serão coletadas nas fêmeas e nos leitões. A expectativa é de que os leitões de fêmeas mantidas em sistemas enriquecidos durante a gestação, cujos machos não foram desafiados por LPS no período pré-cópula e mantidos com enriquecimento ambiental, tenham os melhores indicadores de bem-estar e produtividade. Esperamos também que os machos desafiados gerem prole com menores índices de bem-estar e produtividade, porém estes efeitos negativos serão mitigados quando as fêmeas forem mantidas em ambientes enriquecidos. (AU)
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