| Processo: | 18/17172-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Thiago Olitta Basso |
| Beneficiário: | Thiago Olitta Basso |
| Instituição Sede: | Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ricardo Pinheiro de Souza Oliveira |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 19/08845-6 - Modificando a captação e a fosforólise da sacarose em Escherichia coli, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Cana-de-açúcar Fisiologia Engenharia de bioprocessos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | chemostat | Lactic acid bacteria | physiology | sugarcane | yeast | Engenharia de Bioprocessos |
Resumo
A produção de biocombustíveis a partir de resíduos lignocelulósicos (LC) poderá abastecer a matriz energética num futuro próximo. Leveduras irão desempenhar um papel importante como plataformas microbianas para os processos de conversão de açúcares em etanol combustível, bem como em outras moléculas de interesse industrial. A fermentação de hidrolisados LC englobam muitos desafios científicos e tecnológicos. Os processos de pré-tratamento geram uma variedade de moléculas (derivados furânicos, compostos fenólicos e ácidos orgânicos) que atuam como inibidores do metabolismo microbiano, e assim, reduzem sobremaneira a eficiência da fermentação. Neste contexto, a presente proposta de pesquisa tem como objetivo investigar o efeito de inibidores lignocelulósicos em leveduras industriais da produção de etanol, bem como em bactérias láticas contaminantes, normalmente presentes em processos fermentativos industriais. Para tanto, uma caracterização fisiológica quantitativa e bem definida, na presença de inibidores lignocelulósicos, será realizada. Como complementação a esse objetivo principal, buscaremos obter linhagens de levedura mais tolerantes aos inibidores por meio de estratégias de engenharia evolutiva (EE). As estratégias de EE serão buscadas por bateladas sequenciais e em cultivos prolongados em regime contínuo. Em última análise, pretendemos compreender como as diferentes linhagens de levedura e de bactérias contaminantes respondem aos inibidores lignocelulósicos e, se possível, obter linhagens mais tolerantes aos mesmos através do emprego de engenharia evolutiva. (AU)
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