| Processo: | 18/18367-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias |
| Pesquisador responsável: | Gustavo Henrique Ribeiro da Silva |
| Beneficiário: | Gustavo Henrique Ribeiro da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Pesquisadores associados: | Alvaro José dos Santos Neto ; Germán Buitrón Méndez ; Heitor Cantarella ; Inês Cechin ; Katia Regina Evaristo de Jesus ; Késia Silva Lourenço ; Raul Muñoz Torre ; Rodrigo Braga Moruzzi ; Tânia Vasconcelos Fernandes |
| Assunto(s): | Microalgas Tratamento biológico anaeróbio Tratamento anaeróbio Economia circular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | economia circular | esgoto sanitário de alta carga | microalgas | recuperação de nutrientes | Tratamento anaeróbio | Tratamento Descentralizado de Esgoto Sanitário |
Resumo
Os sistemas de saneamento empregados atualmente implicam em desvalorização dos resíduos, perda de nutrientes, desperdício de água e emissão de cargas poluidoras residuais no meio ambiente. Sabe-se que o setor agrícola depende do uso de fertilizantes sintéticos para a produção global de alimentos, todavia, o setor tem sofrido grande pressão em razão crise hídrica e futura escassez fósforo. Aliado a isso, o novo conceito de saneamento visa a recuperação máxima de energia e recursos das águas residuárias, minimizando o uso de água potável e emissões de micropoluentes. Neste contexto, esse projeto visa o desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias de tratamento de esgoto sanitário que possibilitem a transição para uma economia circular e tragam benefícios ambientais, econômicos e sociais. Para isso, será avaliado um processo de tratamento composto por sistema anaeróbio e cultivo de microalgas. Além disso, será monitorada a qualidade do efluente final, produção de metano e biomassa algal. Será estudado o uso de coagulantes naturais para a separação da biomassa algal, por meio de coagulação/floculação. A biomassa algal resultante será avaliada quanto à sua qualidade como biofertilizante e viabilidade no cultivo de Amaranthus cruentus. A remoção de micropoluentes, metais pesados e patógenos humanos também será avaliada em todo o sistema para garantir uma qualidade de efluente final e biomassa algal adequados para reutilização. Finalmente, será realizada a análise de sustentabilidade do processo proposto, considerando os diferentes cenários para recuperação da biomassa de algas. Com o sistema de tratamento proposto serão fechados os ciclos de nutrientes, energia e água de forma sustentável, ao mesmo tempo em que produziremos um valioso produto de biomassa algal. (AU)
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