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Produção de células-tronco pluripotentes induzidas a partir de células epiteliais descamadas na urina de indivíduos com Síndrome de Down

Processo: 18/15371-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de fevereiro de 2019 - 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Convênio/Acordo: APAE São Paulo
Pesquisador responsável:Bruna Lancia Zampieri
Beneficiário:Bruna Lancia Zampieri
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/04859-2 - Produção de células-tronco pluripotentes induzidas a partir de células epiteliais descamadas na urina de Indivíduos com Síndrome de Down, BP.JP
Assunto(s):Neurologia  Astrócitos  Células-tronco pluripotentes  Neurônios  Receptores de N-metil-D-aspartato  Síndrome de Down  Sistema do complemento 

Resumo

A síndrome de Down (SD), que é a consequência da trissomia do cromossomo 21 (T21), tem uma incidência aproximada de 1:660 nascidos vivos. A SD é a principal causa genética de deficiência intelectual e resulta em comprometimento intelectual generalizado, o qual varia tipicamente entre brando a moderado. Embora a SD seja conhecida há mais de 160 anos, o entendimento sobre os mecanismos responsáveis pelo seu fenótipo e tratamentos efetivos ainda são incipientes. A diferenciação de células humanas em células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs) tem se tornado uma ferramenta essencial na modelação de desordens de origem genética. Em 2011, Zhou et al. mostraram que células epiteliais descamadas na urina podem ser isoladas e reprogramadas em iPSCs com grande eficiência. Em 2013, Xue et al. descreveram um protocolo que permite a geração de iPSCs a partir de células derivadas da urina de doadores de várias idades e com diferentes histórias clínicas, incluindo doenças genéticas. Em 2017, como parte do meu programa de pós-doutorado, fiz parte da equipe que otimizou estas técnicas e produziu pela primeira vez linhagens T21-iPSC a partir de células epiteliais presentes na urina de indivíduos com SD. No presente projeto, planejamos trazer esta tecnologia para o Brasil e não só produzir T21-iPSCs, mas também diferenciá-las em neurônios glutamatérgicos e astrócitos para avaliar fenótipos celulares associados ao funcionamento do receptor de N-metil D-Aspartato (NMDA) e do sistema complemento. A geração de T21-iPSC por meio de um método totalmente não-invasivo auxiliará no avanço dos estudos básicos e translacionais em SD. A investigação da via de receptores de NMDA e do complemento em células neuronais diferenciadas de T21-iPSC é inédita, será relevante para o entendimento da patologia da SD e fornecerá um importante recurso para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. (AU)

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