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Inibidores de nitrificação e urease como estratégias de mitigação das Emissões de N2O e volatilização de NH3 em áreas de cultivo de cana-de-açúcar com adição de resíduos orgânicos

Processo: 18/20793-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular
Vigência: 01 de março de 2019 - 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Heitor Cantarella
Beneficiário:Heitor Cantarella
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas, SP, Brasil
Pesq. associados:Adriana Parada Dias da Silveira ; Bruna Gonçalves de Oliveira Carvalho ; Eiko Eurya Kuramae ; João Luís Nunes Carvalho ; Késia Silva Lourenço ; Raffaella Rossetto ; Tsai Siu Mui
Assunto(s):Gases do efeito estufa  Emissão de gases  Prevenção e mitigação  Fertilizantes nitrogenados  Óxido nitroso  Agentes microbianos  Vinhaça  Resíduos orgânicos  Cana-de-açúcar  Inibidores  Nitrificação  Urease  Volatilização  Amônia 

Resumo

As emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas ao uso de fertilizantes nitrogenados, em particular de N2O, são determinantes para a sustentabilidade do etanol de cana-de-açúcar. Estudos anteriores apontam para emissões relativamente baixas de N2O quando fertilizantes são aplicados na cultura da cana-de-açúcar em São Paulo, mas, tais emissões podem aumentar consideravelmente quando os fertilizantes são empregados junto com vinhaça e em áreas com palha. A indústria de etanol gradualmente tende a concentrar vinhaça ao invés de aplicar o produto in natura nos canaviais. Uma das alternativas que vêm sendo adotadas é produzir fertilizantes fluidos a partir de vinhaça concentrada (VC) e nutrientes minerais, reduzindo os custos de aplicação. Com isso, as emissões de N2O podem ser elevadas e, eventualmente, comprometer os ganhos ambientais obtidos com o uso de etanol. A fonte mais provável de fertilizante para mistura à VC é a ureia (U), a qual está sujeita a perdas de N por volatilização de NH3 se aplicada na superfície dos solos, o que também pode reduzir a eficiência do sistema. A presente proposta visa, por meio de quatro subprojetos a serem conduzidos em campo e laboratório, avaliar as emissões de N (N2O e NH3), os processos microbianos envolvidos e medidas mitigadoras, incluindo o emprego de inibidores de nitrificação e de urease. Com a nova legislação do RenovaBio, produtores serão tão mais remunerados quanto maiores forem as reduções de emissões de GEE da bioenergia produzida. Portanto, indicadores adequados de emissões de GEE do processo produtivo e conhecimentos que levem a tecnologias mitigadoras, como as objetivadas nesse estudo, além da inerente importância científica, são de interesse do setor produtivo (AU)

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