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Protocolo híbrido de comunicação para aplicação em sistema de monitoramento para transporte público

Processo: 17/16038-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de outubro de 2019 - 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Sistemas de Computação
Pesquisador responsável:Gustavo Tadeu Zaniboni
Beneficiário:Gustavo Tadeu Zaniboni
Empresa:Tracktudo Monitoramento Inteligente Ltda
CNAE: Outras atividades de telecomunicações
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis
Município: São José dos Campos
Bolsa(s) vinculada(s):19/21620-3 - Protocolo híbrido de comunicação para aplicação em sistema de monitoramento para transporte público, BP.PIPE
Assunto(s):Mobilidade urbana  Monitoramento  Sistemas embarcados  Cidades inteligentes  Transporte coletivo  Comunicação 

Resumo

O debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, já que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos nas áreas centrais dos espaços urbanos. Além disso, há uma questão ambiental importante, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição e interfere em problemas naturais e climáticos em todas escalas. Ao contrário da tendência (e do desejo) mundial, a principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil refere-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos. A motivação para essa migração encontra-se no fato de que o transporte coletivo no Brasil apresenta pouca eficiência, falta de segurança, falta de pontualidade e, muitas vezes, superlotação. Atualmente, boa parte dos ônibus empregados no transporte coletivo já possui algum tipo de sistema de controle, como GPS. Todavia, essas informações são utilizadas apenas pelas empresas operadoras, e quase nunca em tempo-real. Outras iniciativas envolvendo aplicativos de celular têm sido criadas, mas apresentam barreira de entrada que é o custo, já que dependem da utilização em grande escala de planos de dados de celular. Não há informação de qualidade disponível para avaliação de linhas superlotadas ou vazias, trechos com maior circulação e não há espaço para otimização do sistema. Não há informação para o usuário final sobre o horário efetivo de determinada linha chegar em um ponto de embarque específico. Além disso, apesar de parte dos ônibus já possuírem câmeras de segurança, as informações não estão disponíveis em tempo-real, nem para alertas ou emergências. Assim, pretende-se desenvolver um sistema composto de equipamentos embarcados nos veículos, equipamentos fixos nas vias e pontos de embarque e de software de consciência situacional, análise de dados e comunicação com o usuário, de baixo custo, que permita a coleta de informações individuais dos veículos, a análise destas informações utilizando algoritmos de inteligência artificial e meios de comunicação de baixo custo para prover a informação em tempo-real para o usuário. (AU)