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Avaliação, recuperação e conservação da fauna ameaçada de extinção do Centro de Endemismo Pernambuco (CEP)

Processo: 17/23548-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de março de 2019 - 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Luís Fábio Silveira
Beneficiário:Luís Fábio Silveira
Instituição-sede: Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Mercival Roberto Francisco ; Pedro Manoel Galetti Junior
Pesq. associados:Hylio Laganá Fernandes ; José Maurício Barbanti Duarte ; Marco Aurelio Pizo Ferreira ; Mauro Galetti Rodrigues ; Patrícia Domingues de Freitas ; Ricardo Jose Garcia Pereira
Assunto(s):Biotecnologia  Conservação  Ecologia  Interação planta-animal  Sistemática  Inventários de fauna  Animais em extinção  Mata Atlântica 

Resumo

A Mata Atlântica é um dos biomas com maior biodiversidade e, ao mesmo tempo, com um dos maiores níveis de degradação em todo o planeta. O Centro de Endemismo Pernambuco (CEP), que se estendia originalmente ao norte do Rio São Francisco, nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas, é hoje a área com o maior número de táxons ameaçados de extinção da Mata Atlântica, e cujos remanescentes florestais estão sob alto risco de desaparecimento, e já contando com espécies extintas. Paradoxalmente, o CEP é também a região mais pobre em estudos científicos em toda a Mata Atlântica. Ao mesmo tempo em que quatro espécies de aves foram recentemente declaradas extintas, novas espécies ainda estão sendo descritas na região, indicando que em muito pouco tempo a ciência não terá mais a chance de registrar possíveis novos táxons e será tarde demais para que ações possam ser propostas para a conservação das espécies ameaçadas. A falta de conhecimento recai não apenas sobre a composição da sua biodiversidade, mas também sobre ''onde'' ela está concentrada e ''por que''? Por isto, esta proposta traz como desafios: 1) aprimorar o conhecimento taxonômico das aves e mamíferos do CEP, que está sendo perdido antes mesmo de ser conhecido; 2) aprimorar o conhecimento sobre os fatores que afetam a distribuição e a persistência dos organismos, com foco no estado de Alagoas; 3) utilizar este conhecimento para propor e colocar em prática ações mais ostensivas e emergenciais de manejo e; 4) aumentar o conhecimento do público em geral sobre o CEP e sobre sua importância, através da divulgação científica. (AU)

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