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A voz de pacientes obesos antes e após a cirurgia bariátrica: avaliação clínica, videolaringoscópica, perceptivo-auditiva e acústica

Processo: 18/10493-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2019 - 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Regina Helena Garcia Martins
Beneficiário:Regina Helena Garcia Martins
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Disfonia  Otorrinolaringologia  Voz 

Resumo

Introdução: A obesidade é um importante problema de saúde publica e para alguns autores o excesso de peso modifica as características vocais pelo depósito anormal de gordura na região abdominal e em vias aéreas. Sintomas vocais são mais freqüentes em obesos e a voz é descrita como rouca, soprosa e instável. Os valores de f0 e do tempo máximo de fonação são também abaixo dos normativos. A perda excessiva e abrupta de peso, decorrente da cirurgia bariátrica, resulta em atrofia muscular e flacidez . O comprometimento da laringe nesse processo não é bem conhecido. Objetivos: Analisar as características vocais de pacientes obesos antes e após a cirurgia bariátrica sob os aspectos clínicos, videolaringoscópicos, perceptivo-auditivos e acústicos. Casuística e Métodos: 40 mulheres, entre 18 e 59 anos, candidatas à cirurgia bariátrica, segundo os critérios da OMS (IMC superior a 40 kg/m2 ou superior a 35kg/m2 com doenças associadas) serão submetidas à : anamnese para coleta de dados dados demográficos, hábitos e vícios, profissão, sintomas vocais, respiratórios e digestivos, cálculo do índice de massa corpórea (IMC), coleta de dados do QVV (Qualidade de Vida em Voz) e o IDV (Índice de Desvantagem Vocal). As pacientes serão submetidas à análise vocal perceptivo auditiva (escala GRBASI) e acústica (MDVP) , cálculo do tempo máximo de fonação (TMF), exames de videolaringoscopia, audiometria e timpanometria.Momentos estudados: pré-operatório (M0), seis meses (M1) e um ano após a cirurgia (M2). (AU)