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Avaliando a cooperação científica internacional na Amazônia

Processo: 92/04823-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 1993 - 28 de fevereiro de 1994
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Políticas Públicas
Pesquisador responsável:Léa Maria Leme Strini Velho
Beneficiário:Léa Maria Leme Strini Velho
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Acordos de cooperação científica e tecnológica  Pesquisa científica  Conservação dos recursos naturais   Meio ambiente  Amazônia  Biodiversidade 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Contribuições...climáticas_115_149_149.pdf

Resumo

A diversidade biológica existente nos ecossistemas brasileiros, hoje sob ameaça de perda irrecuperável, é de um valor inestimável para a humanidade. Para a preservação desse patrimônio, é fundamental a participação de países mais desenvolvidos científica e economicamente, o que já tem ocorrido sob a forma de cooperação científica, envolvendo, por exemplo, os EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Espanha. É importante, porém, ter em mente que esta riqueza natural tem um potencial muito grande para produzir riqueza econômica, cuja apropriação pode ser uma das variáveis que geram o interesse dos países desenvolvidos nos ecossistemas tropicais. Provavelmente, por este motivo, os projetos de cooperação científica na Amazônia têm, sistematicamente, sido foco de controvérsias com relação aos temas científicos que devem ser estudados, aos métodos apropriados para estudá-los e, principalmente, ao uso e propriedade dos resultados gerados. Essa pesquisa parte da premissa de que tais projetos de colaboração científica sobre a biodoversidade da Amazônia são necessários, mas que eles devem ser avaliados para que se explicitem seus benefícios e problemas. Em vistas disso, o estudo que se pretende desenvolver analisará dois projetos de colaboração científica na região - o convênio INPA/ORSTOM (França) e o projeto Maracá (INPA/Royal Geographical Society - Reino Unido). Acredita-se que os resultados dessa pesquisa possam fornecer subsídios para o estabelecimento de políticas públicas nacionais referentes à colaboração científica com outros países. (AU)