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Emprego de scaffolds cerâmicos eletroativos e aplicação de corrente elétrica de baixa intensidade no reparo ósseo

Processo: 18/21167-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2019 - 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Engenharia Médica
Pesquisador responsável:Guilherme Ferreira Caetano
Beneficiário:Guilherme Ferreira Caetano
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Centro Universitário Hermínio Ometto (UNIARARAS). Fundação Hermínio Ometto (FHO). Araras , SP, Brasil
Pesq. associados:Andréa Aparecida de Aro ; Marcelo Augusto Marretto Esquisatto ; Milton Santamaria Júnior ; Paulo Jorge da Silva Bártolo
Bolsa(s) vinculada(s):19/18593-4 - Implementação e realização de RT-qPCR, BP.TT
Assunto(s):Tecidos suporte  Engenharia tecidual  Hidroxiapatita 

Resumo

Defeitos ósseos representam importante problema de saúde e são um dos maiores desafios clínicos no campo da cirurgia óssea reconstrutiva, especialmente quando há patologia associada. Com o aumento da longevidade da população, fraturas e defeitos críticos assumem importância na crescente prevalência de condições crônicas de saúde. Os tratamentos convencionais necessitam de transplantes e abordagens extremamente invasivas e, na maioria das vezes, não correspondem às expectativas. O desenvolvimento de novos tratamentos e terapias buscam a diminuição dos insucessos. Uma proposta promissora é o emprego de scaffolds, arcabouço para adesão e crescimento celular (osteocondução), em especial a diferenciação de células mesenquimais estromais multipotentes e apropriada neovascularização. Scaffolds a base de policaprolactona (PCL) têm sido empregados em diversas áreas da medicina regenerativa devido às boas propriedades mecânicas, biocompatibilidade e ausência de citotoxicidade. No entanto, são ausentes de bioatividade e hidrofóbicos. Constituintes cerâmicos inorgânicos como hidroxiapatita (HA) e fosfato tri-cálcico (TCP), semelhantes às do osso natural, podem ser associados ao PCL. A adição de HA pode favorecer a osteocondução, enquanto o TCP a osteoindução, tornando-se importante o estudo visando à aplicabilidade clínica. Em estudos preliminares, não apresentaram citotoxicidade em cultura de células e promoveram melhor adesão e proliferação celular. Uma vez que o tecido ósseo responde favoravelmente à aplicação da corrente elétrica de baixa intensidade (microcorrente), promovendo síntese de proteínas estruturais, citocinas e de fatores de crescimento, espera-se que a utilização desta terapia associada à scaffolds bioativos e com propriedades piezoelétricas possam trazer vantagens promissoras para utilização na área da medicina regenerativa. Na busca por uma estimulação endógena efetiva no reparo ósseo com substitutos que apresentam propriedades eletrocondutoras, o objetivo desta proposta será investigar a aplicação de scaffolds cerâmicos eletroativos produzidos por fabricação aditiva submetidos à aplicação de microcorrente na osteogênese experimental. Torna-se relevante nesta proposta também estudar em modelo in vitro os efeitos da microcorrente em osteoblastos e na diferenciação de células mesenquimais estromais multipotentes. (AU)

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