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Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE)

Processo: 18/14389-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de abril de 2019 - 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Convênio/Acordo: MRC, UKRI ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil
Pesquisador responsável:Ester Cerdeira Sabino
Beneficiário:Ester Cerdeira Sabino
Pesq. responsável no exterior: Nuno Miguel Rodrigues Pascoal Faria
Instituição no exterior: University of Oxford, Inglaterra
Instituição-sede: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Adriano Pinter dos Santos ; Anna Sara Shafferman Levin ; Maria Anice Mureb Sallum ; Renato Pereira de Souza ; Vivian Helena Iida Avelino da Silva
Pesq. associados:Licia Natal Fernandes ; Marcelo Urbano Ferreira ; Maurício Lacerda Nogueira
Bolsa(s) vinculada(s):19/07544-2 - Coletas de campo de mosquito e identificação de código de barras COI usando a tecnologia MinION, BP.TT
Assunto(s):Saúde pública  Epidemiologia  Genômica  Prevalência  Diagnóstico clínico  Vírus  Arbovirus  Vírus Zika  Febre de Chikungunya  Dengue  Febre amarela 

Resumo

Recentemente, o Brasil tem sido afetado por epidemias de arbovírus inesperadas de vírus Zika, Chikungunya, dengue e febre amarela. O enorme ônus econômico do Zika (R $ 1 bilhão) e a presença generalizada de vetores de mosquitos no Brasil destacam a necessidade de previsões precisas da disseminação de doenças, particularmente em regiões grandes e densamente povoadas. Esta Parceria Reino Unido-Brasil irá melhorar e expandir uma excelente colaboração existente, com o objetivo de antecipar e prevenir futuras epidemias de arbovírus no Brasil. Nossas questões de pesquisa incluem: 1) Quais arboviros circulam em humanos, mosquitos e populações de reservatórios no Brasil? 2) Onde e como os arbovírus persistem durante períodos não epidêmicos? 3) Quais são as implicações da diversidade genética dos arbovírus circulantes? 4) Que fatores convertem uma nova introdução em populações humanas em uma epidemia e qual a melhor forma de responder? A vigilância ativa em vetores e reservatórios será combinada com pesquisas de soroprevalência em doadores de sangue para caracterizar a dinâmica arboviral, a genômica, a transmissão e a imunidade. Novos protocolos de sequenciamento de genoma portátil e análises epidemiológicas em tempo real serão realizados para arbovírus relevantes. A unificação das informações em genômica e epidemiologia fortalecerá a base de evidências para ações de saúde pública e fortalecerá a capacidade do sistema de saúde brasileiro em resposta a doenças arbovirais emergentes. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em doenças infecciosas e entomologia com bolsa da FAPESP 
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