| Processo: | 18/25808-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Wagner Ferreira dos Santos |
| Beneficiário: | Wagner Ferreira dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Epilepsia Toxicologia Neuroproteção |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epilepsia | Neuroproteção | Parawixina 2 | Paraxiwia bistriata | Toxinologia |
Resumo
A epilepsia é considerada uma das principais neuropatologias incapacitantes. Quase um terço dos pacientes adultos com epilepsia do lobo temporal (ELT) não responde aos antiepilépticos atuais (DAEs). Além disso, a maioria dos DEAs não tem efeitos neuroprotetores contra o processo neurodegenerativo inerente subjacente à esclerose hipocampal na ELT. Disfunções na neurotransmissão GABAérgica podem contribuir não apenas para o início da atividade epiléptica, mas também constituem um importante sistema para abordagens terapêuticas. Portanto, moléculas que aumentam os efeitos inibitórios do GABA podem abrir novos caminhos para o entendimento da plasticidade epiléptica e para o desenvolvimento de drogas. Parawixin2, um composto isolado da peçonha da aranha Parawixia bistriata, inibe a captação de GABA e glicina e tem um efeito anticonvulsivante contra uma ampla gama de quimio-adjuvantes. O potencial neuroprotetor de Parawixina 2 foi analisado em um modelo de ELT induzido por um Status Epilepticus (SE) duradouro, e sua eficiência foi comparada a drogas neuroprotetoras bem conhecidas, como o riluzol e o ácido nipecótico. A neuroproteção foi avaliada através de marcadores histológicos para densidade celular (Nissl), reatividade astrocitária (GFAP) e marcação de morte celular (TUNEL), que foram realizadas 24 h e 72 h após SE. O tratamento com parawixina 2 resultou em efeitos neuroprotetores de uma maneira dependente da dose às 24 h e 72 h após SE, bem como astrócitos reativos reduzidos e morte celular apoptótica. Com base nesses achados, Parawixina 2 tem um grande potencial para ser usado como uma ferramenta para pesquisa em neurociência e como uma sonda para o desenvolvimento de novos agentes neuroprotetores GABAérgicos. (AU)
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