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Ambiente construído, atividade física e estado nutricional em adultos: um estudo longitudinal

Processo: 17/17049-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de fevereiro de 2019 - 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Alex Antonio Florindo
Beneficiário:Alex Antonio Florindo
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Adriano Akira Ferreira Hino ; Amélia Augusta de Lima Friche ; Billie Giles-Corti ; Chester Luiz Galvão Cesar ; Douglas Roque Andrade ; Flávia Mori Sarti ; Gavin Turrell ; Jamile Sanches Codogno ; Jenna Panter ; Jorge Augusto Pinto da Silva Mota ; Leandro Martin Totaro Garcia ; Ligia Vizeu Barrozo ; Louise Foley ; Lucy Gunn ; Moisés Goldbaum ; Regina Mara Fisberg ; Ricardo Ricci Uvinha ; Roberta Consentino Kronka Mülfarth ; Rodrigo Siqueira Reis ; Suzanne Mavoa ; Thomas Astell-Burt ; Waleska Teixeira Caiaffa ; Xiaoqi Feng
Bolsa(s) vinculada(s):19/11366-2 - Ambiente construído, atividade física e estado nutricional em adultos: um estudo longitudinal, BP.TT
Assunto(s):Epidemiologia  Atividade física  Estado nutricional  Adultos  Políticas públicas 

Resumo

Verificar se o ambiente construído está associado com mudanças em níveis de atividade física no tempo de lazer, como forma de deslocamento e com o estado nutricional em adultos residentes no município de São Paulo. Métodos: Estudo de coorte tendo como linha de base o Inquérito de Saúde de São Paulo realizado entre 2014-2015. A amostragem foi feita por conglomerados e foram entrevistadas 3.406 pessoas com 18 anos ou mais de 150 setores censitários de cinco áreas administrativas de saúde (30 setores em cada área). A prática de atividade física foi avaliada por meio de questionários e o estado nutricional pelo índice de massa corporal com relato de peso e estatura. Os endereços de 3.145 adultos (92,5% do total) foram geocodificados e foram traçados raios no entorno das residências (500, 1.000 e 1.500 metros) com os dados de ambiente construído obtidos por meio de bases oficiais de órgãos públicos. A partir de 2019, será feita uma nova coleta de base domiciliar para a avaliação do nível de atividade física por questionários e por acelerômetros e um novo relato de peso e estatura. As variáveis de ambiente construído serão atualizadas e também será feita nova avaliação por meio de auditagem nos locais de residência. Planeja-se entrevistar pelo menos 70% da amostra com endereços geocodificados (n=2.201). Serão realizadas análises custo-efetividade para verificar possibilidade de proposição de programas e políticas públicas para a promoção da atividade física e de manutenção do peso saudável. Análises de dados: Os desfechos serão atividade física no lazer e como forma de deslocamento, atividades físicas moderadas e vigorosas, comportamento sedentário e índice de massa corporal para o cálculo do excesso de peso e obesidade. As variáveis de exposição serão os itens de ambiente construído dentro dos raios. Serão realizados modelos de regressão multinível utilizando clusters de domicílios e setores censitários. (AU)

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