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Efeito do aumento dos níveis de proteína não degradada no rúmen em dietas para bovinos de corte / implantação de sistemas in vitro (fermentadores de fluxo contínuo e produção de gases) para estudos de nutrição de ruminantes

Processo: 18/19743-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de abril de 2019 - 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal
Pesquisador responsável:Eduardo Marostegan de Paula
Beneficiário:Eduardo Marostegan de Paula
Instituição-sede: Instituto de Zootecnia. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Nova Odessa , SP, Brasil
Pesq. associados: Antonio Pinheiro Faciola ; Luiz Felipe Ferraretto ; Marcio de Souza Duarte ; Mozart Alves Fonseca ; Nicola Vergara Lopes Serão ; Pedro Del Bianco Benedeti ; Renata Helena Branco Arnandes
Vinculado ao auxílio:17/50339-5 - Plano de desenvolvimento institucional de pesquisa do Instituto de Zootecnia (PDIp), AP.PDIP
Bolsa(s) vinculada(s):19/07626-9 - Efeito do aumento dos níveis de proteína não degradada no rúmen em dietas para bovinos de corte / implantação de sistemas in vitro (fermentadores de fluxo contínuo e produção de gases) para estudos de nutrição de ruminantes, BP.JP
Assunto(s):Técnicas in vitro  In situ  Rúmen  Bovinocultura de corte  Dieta animal  Digestibilidade 

Resumo

Na bovinocultura de corte, quanto mais produtivo for o animal, mais dependente da proteína não degradável no rúmen (PNDR) ele será para atingir suas exigências de proteína metabolizável. A extensão da degradação ruminal das fontes proteicas podem variar de acordo com suas características naturais ou com diferentes tipos de processamento. Este projeto será desenvolvido em diversos experimentos divididos em duas fases. Fase A) terá como objetivo avaliar e ranquear diferentes processamentos para aumentar a PNDR dos principais alimentos proteicos utilizados no Brasil (farelos de: algodão, amendoim e de soja); Fase B) irá avaliar a influência do aumento de PNDR em dietas para bovinos de corte utilizando sistemas in vitro na fermentação ruminal, digestibilidade intestinal e produção de gases (CO2 and CH4). Para a Fase A os três alimentos proteicos serão submetidos a diferentes processamentos para o aumento da PNDR, totalizando 114 ingredientes. Os cálculos da proteína degradada no rúmen e PNDR dos três alimentos submetidos a diferentes processamentos serão realizados através da técnica in-situ recomendada pelo NRC (2001). Em seguida a digestibilidade intestinal da proteína-bruta será determinada utilizando o procedimento in vitro de 3 etapas. Na Fase B, serão avaliados os alimentos com melhores resultados obtidos na fase A para cada um dos três alimentos, os quais serão inclusos em dietas para bovinos de corte em terminação. O sistema de produção de gases, equipados com sensores de pressão sem fio conectados a um computador serão utilizados com o objetivo de ranquear as melhores dietas através da avaliação das variáveis de produção total de gases, parâmetros ruminais e energia metabolizável. Posteriormente, 10 fermentadores de fluxo contínuo serão usados para a avaliação da digestibilidade ruminal, parâmetros ruminais, metabolismo proteico, eficiência microbiana e perfil do fluxo aminoacídico. A realização deste projeto resultará em avanço no conhecimento do uso da proteína dietética por bovinos de corte, possibilitando assim a melhoria de sua utilização. Além disso, a implementação dos sistemas in-vitro irá proporcionar ao IZ complementar seu núcleo de pesquisas na área de nutrição de ruminantes possibilitando o instituto desenvolver novas tecnologias e consequentemente impactar positivamente a bovinocultura de corte localmente e globalmente. (AU)

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