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Ensaios pré-clínicos de proteoformas de asparaginase glicoproteicas ou resistentes a proteases séricas

Processo: 18/15104-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2019 - 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Gisele Monteiro
Beneficiário:Gisele Monteiro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Asparaginase  Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras 

Resumo

A Leucemia Linfóide Aguda (LLA) é o câncer de maior incidência na faixa etária de 3 a 5 anos. A terapia para o tratamento de LLA utiliza, entre outras drogas, a enzima L-asparaginase bacteriana de Escherichia coli (Ec_ASNase) e como segunda opção a de D. chrysanthemi (Er_ASNase). Reações imunogênicas são os principais efeitos colaterais, e a formação de anticorpos anti-ASNase torna difícil o tratamento. Duas cisteíno proteases lisossomais estão relacionadas com a degradação de Ec_ASNase na corrente sanguínea: a Catepsina B (CTSB) e asparaginil endopeptidase (AEP). Em estudos anteriores em nosso laboratório, obtivemos três mutantes de Ec_ASNase resistentes à degradação por AEP e / ou CTSB. Em outra frente, obtivemos enzimas asparaginases de E. coli e D. chrysanthemi expressas em Pichia pastoris, resultando em proteoformas glicosiladas. Todas essas proteínas recombinantes foram resultado do projeto temático FAPESP 2013/08617-7 (autorização CIBio anexa), bem como do Auxilio Regular FAPESP 2015/07749-2. Neste trabalho, propomos avaliar o perfil de citotoxicidade dessas proteoformas, por tiazolil azul tetrazólio (MTT) e ensaios in vivo (autorização CEUA - FCF 560 em anexo) em camundongos Balb/C para avaliação da formação de anticorpos e meia vida das proteoformas em comparação com as enzimas selvagens expressas em bactéria E. coli (sistema convencional de obtenção de L_ASNases). (AU)