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Influência de pontos estratégicos na dispersão de Aedes Aegypti em áreas infestadas

Processo: 19/01586-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de abril de 2019 - 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Gerson Laurindo Barbosa
Beneficiário:Gerson Laurindo Barbosa
Instituição-sede: Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Controle de vetores  Controle de doenças transmissíveis  Aedes aegypti  Oviposição  Análise espacial 

Resumo

Objetivo: Avaliar se há influência de locais com grande quantidade de potenciais criadouros de formas imaturas de Aedes aegypti, denominados pontos estratégicos, na dispersão ativa do vetor aos imóveis no seu entorno. Metodologia: Foram selecionadas quatro áreas, no município de Campinas, sendo três delas com pontos estratégicos classificados segundo infestação, em alto, médio e baixo risco e uma área controle, sem ponto estratégico. No período entre outubro de 2015 e setembro de 2016, em cada área, mensalmente, instalaram-se armadilhas de oviposição, e avaliou-se a infestação por Ae. aegypti em todos os imóveis das áreas selecionadas. Para verificar se houve dispersão de Ae. aegypti a partir de cada ponto estratégico investigou-se a formação de aglomerados com excesso de ovos ou de recipientes com larvas/pupas do vetor, com base na localização do ponto estratégico, utilizando a estatística espacial Gi. Resultados: O número de ovos coletados nas ovitrampas e o número de recipientes positivos por Ae. aegypti não apresentaram aglomerados de altos valores relativamente à sua distância ao ponto estratégico. Tanto os números de ovos coletados nas ovitrampas como o número de recipientes positivos encontrados nos imóveis apresentaram distribuição aleatória, apresentaram-se espacialmente não associada com o posicionamento dos pontos estratégicos na área. Conclusão: Pontos estratégicos não se confirmaram como responsáveis pela dispersão do vetor para os imóveis ao seu entorno. Destaca-se a importância de rever a estratégia atual do programa de controle de vetores do Brasil, para pontos estratégicos, buscando um equilíbrio do ponto de vista técnico, operacional e econômico, sem desconsiderar seu papel como grandes produtores de mosquitos e sua importância na disseminação de arboviroses em momentos de transmissão. (AU)

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