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Treino do movimento escapular X exercícios convencionais em indivíduos com dor no ombro: ensaio clínico aleatorizado

Processo: 18/07571-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2019 - 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Paula Rezende Camargo
Beneficiário:Paula Rezende Camargo
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/12073-9 - Treino do movimento escapular X exercícios convencionais em indivíduos com dor no ombro: ensaio clínico aleatorizado, BP.TT
Assunto(s):Reabilitação  Dor de ombro  Escápula  Movimento  Exercício físico  Cinemática  Eletromiografia 

Resumo

Introdução: As intervenções direcionadas à escápula são frequentemente utilizadas no tratamento de indivíduos com dor no ombro. No entanto, a contribuição das alterações do movimento escapular para os sintomas desses indivíduos não são considerados pela maioria dos estudos. Objetivos: Comparar os efeitos do Treino do movimento escapular com Exercícios convencionais em indivíduos com dor no ombro. Métodos: Este estudo é um ensaio clínico controlado, aleatorizado e duplo-cego. Participarão 64 indivíduos com dor no ombro, discinese escapular e teste de assistência escapular positivo que serão distribuídos entre os grupos 1) Treino do Movimento Escapular e 2) Exercícios Convencionais. O grupo 1 receberá orientações sobre o posicionamento e movimento escapular adequados, e será treinado para modificar o padrão de movimento escapular. O grupo 2 realizará exercícios de alongamento e de fortalecimento dos músculos escapulotorácicos. A intervenção terá duração de 8 semanas e frequência semanal de dois dias em ambos os grupos. A cinemática escapular, atividade eletromiográfica dos músculos trapézio superior, médio e inferior, e serrátil anterior, dor, função e comportamento de medo e evitação serão avaliados antes e após o período de 8 semanas de intervenção. A dor, função e comportamentos de medo e evitação também serão avaliados 4 semanas após o tratamento. A distribuição dos dados será verificada pelo teste de Shapiro-Wilk. As variáveis com distribuição normal serão analisadas com Análise de Variância mista. As variáveis com distribuição não-normal serão analisadas com testes não paramétricos. O tamanho de efeito será calculado para as variáveis entre os grupos (Cohen's d). O nível de significância será de 5%. (AU)