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Microplásticos transportados pelo ar: detecção em amostras de ar ambiente, tecido pulmonar e efeitos em células epiteliais pulmonares cultivadas

Processo: 19/02898-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2019 - 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Convênio/Acordo: Leiden University
Pesquisador responsável:Thais Mauad
Beneficiário:Thais Mauad
Pesq. responsável no exterior: Pieter S Hiemstra
Instituição no exterior: Universiteit Leiden, Holanda
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Luís Fernando Amato Lourenço
Vinculado ao auxílio:13/21728-2 - Uso de modernas técnicas de autópsia na investigação de doenças humanas (MODAU), AP.TEM
Assunto(s):Saúde urbana  Poluição do ar  Microplásticos  Deposição atmosférica  Patologia 

Resumo

Os plásticos são amplamente utilizados na sociedade e seus produtos de degradação (chamados de microplásticos devido ao seu pequeno tamanho) são uma causa crescente de preocupação científica devido aos efeitos adversos potenciais ao meio ambiente e à saúde humana. Um grande número de estudos investigou a sua distribuição em meios aquáticos e os efeitos associados em uma variedade de organismos. No entanto, os microplásticos também estão presentes no ar e são inalados pelo homem, o que pode causar efeitos adversos no sistema respiratório. Até o momento, há informações limitadas sobre sua distribuição, tamanho e forma em amostras de ar ambiental. Além disso, o potencial de absorção pelo tecido pulmonar e os efeitos adversos subsequentes são em grande parte desconhecidos. Nesta proposta, reuniremos pesquisadores das ciências respiratórias e ambientais, com o objetivo de construir conhecimento técnico e discutir o uso de metodologias na detecção de microplásticos em amostras de ar e tecidos pulmonares humanos. Abordaremos os desafios técnicos de estudar partículas de microplásticos (ambientais) em cultura de células de pulmão humano. Dado que este campo de pesquisa só emergiu recentemente, o desenvolvimento e padronização de métodos de detecção de microplásticos em amostras de ar e tecido pulmonar que poderão ser desenvolvidos serão extremamente úteis para outros especialistas que trabalham neste campo. Além disso, a análise dos efeitos celulares poderá fornecer informações importantes sobre os mecanismos de toxicidade ajudando a definir diretrizes para os níveis de exposição. (AU)