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Seminário Internacional "três décadas de transformações na América Latina: governo, subjetividades, margens e neoliberalismos"

Processo: 19/03392-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Organização de Reunião Científica
Vigência: 24 de junho de 2019 - 27 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Pesquisador responsável:Fabiana Augusta Alves Jardim
Beneficiário:Fabiana Augusta Alves Jardim
Instituição-sede: Faculdade de Educação (FE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Governamentalidade  América Latina  Sociologia do trabalho 

Resumo

O seminário orienta-se por dois objetivos, complementares: (1) colocar em diálogo pesquisadores que têm se dedicado a examinar diferentes aspectos das mudanças sociais, econômicas, populacionais e políticas que não cessaram de ocorrer no continente latino-americano, permitindo a construção de um quadro geral e multifacetado de suas configurações societárias atuais - objetivo que privilegia achados empíricos, portanto; (2) reexaminar categorias analíticas e enquadramentos teórico-metodológicos mobilizados ao longo do período para a análise das transformações, com ênfase em abordagens que a) preocupam-se em reconhecer a identidade mesma do continente como resultado de dinâmicas que remontam às experiências da conquista e da colonização e que persistem produzindo efeitos; b) procuram compreender os termos em que a questão social é equacionada em cada contexto nacional, resultando em diferentes articulações entre classe, gênero e raça na produção da estrutura de desigualdades; c) buscam construir perspectivas teórico-metodológicas capazes de iluminar as especificidades de nossas configurações, escapando de abordagens normativas em favor da criação de conceitos e categorias de análise enraizados em nossas formações sócio históricas - objetivo, assim, que privilegia desenvolvimentos teóricos e conceituais.O título do encontro registra algumas perspectivas comuns aos participantes: trata-se de ter em conta a produção de racionalidades de governo - o que nos permite refletir sobre as especificidades das experiências de estado e cidadania no continente e seus efeitos de subjetivação política e, também, compreender a produtividade das margens das práticas políticas para reconfigurações estratégicas nos modos de governo e relações de poder. (AU)

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