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EMU concedido no processo 2018/13492-2: microscópio de força atômica

Processo: 19/08178-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de junho de 2019 - 31 de maio de 2026
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Luiz Henrique Catalani
Beneficiário:Luiz Henrique Catalani
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/13492-2 - Arcabouços sintéticos e naturais aplicados à medicina regenerativa, AP.TEM
Assunto(s):Bioengenharia  Crescimento celular 
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Agendamento de uso: E-mail de agendamento não informado

Resumo

Este projeto tem como objetivo geral o desenvolvimento de arcabouços para crescimento celular a partir de sistemas poliméricos inéditos, visando aplicações em engenharia biomédica, em especial, na área de medicina regenerativa. Propomos a união de esforços de especialistas de várias áreas para uma abordagem multi- e interdisciplinar, na solução de problemas envolvendo o controle de diversas propriedades fundamentais dos materiais utilizados na geração de tecidos artificiais. Propomos, assim, a geração de arcabouços que apresentam estímulos químicos, físicos e biológicos, voltados ao controle de respostas celulares, como a adesão, proliferação e diferenciação. Dentre os estímulos químicos, propomos a funcionalização das superfícies com sistemas layer-by-layer, de forma a incluir moléculas sinalizadoras proteicas, assim como a utilização de frações de matriz extracelular descelularizada e digerida na produção de arcabouços híbridos. Como estímulos físicos, propomos o estudo de arcabouços produzidos a partir de polímeros condutores e de nanopartículas magnéticas, de forma a examinar como estes podem controlar os diversos eventos biológicos, e quais os mecanismos envolvidos. Ainda, pretendemos agregar aos laboratórios associados técnicas de processamento de ultima geração, como eletrofiação e impressão 3D, que possibilitem uma visão do papel da morfologia sobre os eventos biológicos. De forma a tirar o melhor proveito destas técnicas de processamento, propomos o estudo de materiais inéditos, com propriedades termofixas e de fotocura. Desta forma, faz-se necessário o aporte de técnicas microscópicas adequadas, capazes de produzir análises mecânicas e condutoras das superfícies assim geradas. A essência do projeto é a integração de abordagens distintas, mas complementares, de forma a compreender a complexa relação entre material, arquitetura e resposta celular. (AU)