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Examinando a água modal subtropical no Atlântico Sudoeste através de observações in situ

Processo: 19/09516-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de junho de 2019 - 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física
Pesquisador responsável:Olga Tiemi Sato
Beneficiário:Olga Tiemi Sato
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Atlântico Sul 

Resumo

Investigamos a formação e evolução da água modal subtropical do Atlântico Sul usando dados de sensores de condutividade, temperatura e profundidade (CTD) utilizados em abril-maio de 2015 e de dois flutuadores Argo customizados que perfilaram o oceano de abril de 2015 a junho de 2017. A partir dos do CTD, observamos uma camada de água abaixo da termoclina sazonal que se aprofundou do lado sul da área para o norte. Os dois flutuadores Argo permaneceram nas proximidades da área do cruzeiro por 2 anos. Seus padrões de deslocamento lento e recirculante permitiram observar as mudanças na estrutura de temperatura e salinidade antes e após o período de formação. Observamos que a vorticidade potencial da água recém-formada era O [10-1 a 102] do valor médio encontrado em toda a camada de água. Existe uma correspondência significativa entre as fases da integral no tempo dos fluxos de calor da superfície e a temperatura da superfície do mar. O água modal é observada se formando na fase mínima do fluxo de calor integrado. A relação entre os fluxos de ar e mar e a temperatura da superfície do mar promove o pré-condicionamento necessário para a formação da água modal. Uma vez que isto foi estabelecido, o afloramento da água modal, que estava a cerca de 100 m de profundidade, coincidiu com a passagem de um sistema frontal atmosférico frio. Este evento sugere que a formação da água modal pode ser desencadeada pela passagem de frentes frias. (AU)