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Estresse e GABA na esquizofrenia

Processo: 19/02723-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 16 de setembro de 2019 - 25 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Convênio/Acordo: CONFAP ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil ; UK Academies
Pesquisador responsável:Felipe Villela Gomes
Beneficiário:Felipe Villela Gomes
Pesquisador visitante: Gemma Modinos
Inst. do pesquisador visitante: King's College London, Inglaterra
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Esquizofrenia  Estresse  Adolescência  GABA 

Resumo

Dado que cerca de 1 em 100 pessoas desenvolverão um transtorno psicótico como a esquizofrenia ao longo da vida, e que o estresse tem sido ligado à sua etiologia e os atuais tratamentos para a esquizofrenia (tendo como alvo o sistema dopaminérgico) são ineficazes em cerca de um terço dos pacientes e não têm impacto na prevenção da doença, o desenvolvimento de um agente farmacológico ou intervenção comportamental para melhorar a responsividade ao estresse ou aumentar a neurotransmissão inibitória representaria uma progressão significativa, além do estado da arte, tanto na pesquisa sobre psicoses quanto no cuidado clínico. Neste contexto, a visita da Dr. Modinos em São Paulo será uma grande oportunidade para discutir dados preliminares de um estudo translacional sobre a expressão de receptores GABAérgicos em regiões corticolimbicas em um modelo animal de esquizofrenia e em sujeitos com risco aumentado para o desenvolvimento da esquizofrenia e planejar experimentos futuros para promover essa promissora linha de pesquisa. Fortalecer e ampliar essa colaboração frutífera com a Dr. Modinos, que tem uma reputação internacional na pesquisa sobre esquizofrenia, será extremamente benéfico para ambos os grupos. Isso resultará na aplicação de uma abordagem verdadeiramente translacional à pesquisa sobre esquizofrenia, trabalhando na interface da ciência pré-clínica e clínica, e tem o potencial de treinamento para uma nova geração de cientistas básicos e clínicos com habilidades para trabalhar uns com os outros na vanguarda da pesquisa em esquizofrenia. (AU)

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