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Regulação da homeostase proteica pela co-chaperona STI1 em células-tronco pluripotentes

Resumo

Células pluripotentes têm o potencial de se diferenciar em todos os tipos celulares de um organismo e a compreensão dos mecanismos que governam o status de pluripotência é crucial para a medicina regenerativa. Evidências indicam o envolvimento do mecanismo de proteostase, regulado pela proteína induzida por choque térmico / proteína indutível ao estresse 1 (STIP1) e seus ligantes, Hsp70 e Hsp90, na embriogênese e manutenção da pluripotência de células-tronco embrionárias (CTEs). Resultados promissores de um projeto de pesquisa, iniciado em um período sabático pela Dr. Lopes na University of Western Ontario, demonstram a capacidade do STIP1 na regulação dos principais fatores de pluripotência de células-tronco. Com base nesses resultados preliminares, um componente crítico para esses esforços colaborativos é a geração de vários modelos de camundongos almejando o gene STIP1. O grupo do Dr. Prado foi pioneiro no estudo da função do STIP1 na embriogênese de mamíferos in vivo. Além disso, seu grupo recentemente demonstrou que a deleção de STIPI em camundongos é letal para o embrião, o que sugere que o STIP1 é um fator essencial no estágio inicial do desenvolvimento embrionário. Várias linhagens de camundongos transgênicos para STIP1, expressando diferentes níveis de STIP1, estão disponíveis e pesquisadores da Western são o único grupo no mundo a manter a nova linhagem STIP1”TPR1 gerada (expressando a isoforma truncada do STIP1). Essas linhagens de animais transgênicos são fundamentais para nossa proposta a qual visa compreender como o STIP1 e seus parceiros regulam a proteostase em células-tronco pluripotentes. Nossa hipótese é que o STIP1 é um regulador chave da maquinaria de chaperonas Hsp90 e Hsp70 durante o desenvolvimento mediando a autorrenovação e a diferenciação de CTEs. Os nossos principais objectivos são: i) determinar se STIP1 regula os níveis de clientes e co-chaperonas necessários para o desenvolvimento embrionário; ii) Determinar se as alterações nos níveis STIP1 regulam a autorrenovação e a pluripotência de CTEs; iii) Determinar os mecanismos pelos quais o aumento e / ou diminuição dos níveis de STIP1 regulam a resiliência das células-tronco embrionárias. Para atingir esses objetivos, CTEs derivadas de blastocistos de camundongos transgênicos que expressam diferentes níveis de STIP1, serão usadas para ensaios de proliferação celular, diferenciação, sobrevivência, autorrenovação e formação de corpos embrioides. Essa colaboração permitirá que o Dr. Lopes continue a se beneficiar da participação em um ambiente de pesquisa com um grupo consolidado que contribuirá para estabelecer novas colaborações com potencial impacto nos Programas de Pós-graduação de ambas as instituições, com visitas curtas de jovens estudantes e bolsistas a centros de pesquisa para desenvolver pesquisas avançadas. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
LIN, LILIAN TSAI-WEI; RAZZAQ, ABDUL; DI GREGORIO, SONJA E.; HONG, SOOJIE; CHARLES, BRENDAN; LOPES, MARILENE H.; BERALDO, FLAVIO; PRADO, VANIA F.; PRADO, MARCO A. M.; DUENNWALD, MARTIN L. Hsp90 and its co-chaperone Sti1 control TDP-43 misfolding and toxicity. FASEB JOURNAL, v. 35, n. 5 MAY 2021. Citações Web of Science: 0.

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