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Impacto da adsorção de proteínas na localização de nanopartículas dentro de células de mamífero

Processo: 19/00720-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2019 - 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Convênio/Acordo: University of Illinois
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Mateus Borba Cardoso
Beneficiário:Mateus Borba Cardoso
Pesq. responsável no exterior: Andrew Michael Smith
Instituição no exterior: University of Illinois at Urbana-Champaign, Estados Unidos
Instituição-sede: Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/25406-5 - Organizando a matéria: colóides formados por associação de surfactantes, polímeros e nanopartículas, AP.TEM
Assunto(s):Nanopartículas  Células  Coloides  Adsorção (química)  Proteínas  Microscopia eletrônica de transmissão  Cooperação internacional 

Resumo

Apenas algumas nanopartículas (NPs) passaram nos testes clínicos da FDA para uso humano, apesar de décadas significativas de avanços nos sistemas de entrega de medicamentos baseados em NPs e numerosos trabalhos publicados. A proposta aqui descrita visa entender o impacto da presença de proteínas na localização final de nanopartículas dentro de células de mamíferos. As nanopartículas de sílica contendo moléculas fluorescentes, tais como Cy5, Alexa 647 e Atto 630 serão sintetizadas e depois funcionalizadas com grupos químicos distintos (PEG de diferentes comprimentos de cadeia e diferentes grupos zwitteriônicos) que são capazes de induzir ou suprimir a adsorção de proteínas não específicas. NPs (com e sem recobrimento de proteínas) serão investigadas em profundidade e sua localização dentro de células de mamíferos será estudada por técnicas complementares de imagem. Microscopia eletrônica de transmissão será empregada para visualizar NPs dentro de compartimentos celulares no mais alto nível de resolução (sub-nanômetro) em pontos de tempo fixos, enquanto a microscopia óptica será usada para medir dinamicamente a entrada e acúmulo das mesmas, ao longo do tempo, em células vivas individuais. (AU)