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Avaliação de crescimento e produção de espécies florestais nativas e culturas usando os modelos 3-PG e YieldSafe

Processo: 18/17044-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de julho de 2019 - 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Manejo Florestal
Convênio/Acordo: Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF)
Pesquisador responsável:Maria Teresa Vilela Nogueira Abdo
Beneficiário:Maria Teresa Vilela Nogueira Abdo
Instituição-sede: Departamento de Descentralização do Desenvolvimento (APTA Regional). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados: Ana Raquel Dias Tomás ; Andrey Vetorelli Borges ; Antonio Carlos Pries Devide ; Antonio Lucio Mello Martins ; Cristina Maria de Castro ; Elaine Cristine Piffer Gonçalves ; Eliane Gomes Fabri ; Everton Luis Finoto ; Fernando Miqueletti ; Fioravante Stucchi Neto ; Glauco de Souza Rolim ; Joana Amaral Paulo ; Josep Crous-Duran ; Juliana Altafin Galli ; Maria Beatriz Bernardes Soares ; Maria Margarida Branco de Brito Tavares Tomé ; Sandra Maria Pereira da Silva ; Teresa Cristina Tarlé Pissarra ; Valéria Aparecida Modolo
Assunto(s):Sistemas agroflorestais  Conservação da biodiversidade  Mata Atlântica  Sequestro de carbono  Mudança climática  Modelos matemáticos 

Resumo

A Mata Atlântica, detentora de grande biodiversidade é o segundo bioma brasileiro mais ameaçado e ocupa atualmente mais de 90% da área florestal remanescente do estado de São Paulo. Com grande prioridade de conservação para biodiversidade global esse bioma abriga mais de 20.000 espécies vegetais e 35% da biodiversidade Brasileira. Essa vegetação ocorre na forma de pequenos fragmentos e, portanto se encontra na maioria das vezes ameaçada por efeito de borda. As mudanças climáticas também oferecem um risco irreversível à essas áreas uma vez que podem afetar diretamente a ocorrência e crescimento de espécies endêmicas.Um dos gargalos para a pesquisa e ações de preservação desses fragmentos é a escolha de metodologias confiáveis e de fácil aplicação na geração de dados sobre o comportamento de espécies nativas em diferentes condições ecológicas e como se comportariam com a mudança desse cenário climático num futuro próximo ou longínquo. O presente projeto tem como objetivo, realizar difusão de dois modelos de bases eco fisiológicas, 3-PG (Physiological Principles in Predicting Growth) e o YieldSafe, desenvolvidos pelo CEF(Centro de Estudos Florestais) do ISA(Instituto Superior de Agronomia) da Universidade de Lisboa, Portugal e já adotados em países europeus. Basicamente os modelos após entrada de parâmetros fisiológicos de espécies arbóreas e culturas, dados de clima e solo traçam um panorama de crescimento dessas espécies e produtividade de culturas no cenário avaliado. Com isso além de gerar dados de crescimento, carbono, biomassa e produção, podem fazer prospecções correlacionando as espécies estudadas e mudanças climáticas.Para tal serão realizados dois encontros de capacitação técnica durante o projeto e ações de disseminação na parte final do mesmo.Sempre visando o aumento da biodiversidade e conectividade de áreas de vegetação nativa de mata atlântica serão elencadas inicialmente algumas espécies alvo de estudo e sistemas de produção agrícola envolvendo também culturas, tendo como meta a mensuração de estoque de carbono, promoção do manejo sustentável da paisagem florestal, restauração ecológica de florestas nativas e promoção da regeneração natural de Bacias Hidrográficas do Paraíba do Sul. Após a determinação das espécies no primeiro módulo de capacitação serão determinados parâmetros fisiológicos das mesmas e parâmetros de solo e clima da região.O segundo curso de capacitação voltado para a equipe técnica do projeto terá como alvo o repasse de conhecimento necessário para a aplicação dos dois modelos matemáticos usando como base os índices fisiológicos e edáficos previamente gerados. Essa ação possibilitará a prospecção do potencial de crescimento de arvores e culturas em diferentes cenários climáticos além de gerar dados atuais de carbono e produtividade na região. Finalmente serão elaboradas publicações cientificas e técnicas necessárias para a fase de disseminação do projeto. A fase de disseminação será implantada com a realização de encontros com a comunidade de produtores para traçar metas de plantio com diferentes sistemas incluindo prioritariamente as espécies avaliadas. Essa fase será realizada em parceria com a CATI e OCIPs (que já realizam atividades na Bacia Hidrográfica do Paraíba do Sul, área prioritária do projeto). Também estão previstas participações em eventos nacionais e internacionais relacionados às atividades do projeto." (AU)

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