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Caracterização da variante D184Y no gene BRIP1 em família com histórico de câncer de mama e pâncreas.

Processo: 19/04927-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2019 - 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Paula Fontes Asprino
Beneficiário:Paula Fontes Asprino
Instituição-sede: Hospital Sírio-Libanês. Sociedade Beneficente de Senhoras (SBSHSL). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Anamaria Aranha Camargo ; Cibele Masotti ; Jorge Sabbaga ; Maria Isabel Alves de Souza Waddington Achatz ; Pedro Alexandre Favoretto Galante
Assunto(s):Oncogenética 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Brip1 | Síndrome de câncer hereditário | Variante de significado incerto -VUS | Oncogenética

Resumo

Estima-se que entre 5-10% de todos os casos de câncer ocorram no contexto de síndromes genéticas. Pessoas que carregam variantes genéticas germinativas que predispõem a síndromes de câncer hereditário apresentam alto risco de desenvolver tumor em idade precoce dentro do espectro da síndrome. A síndrome de câncer hereditário da mama e ovário (HBOC) predispõe ao desenvolvimento de tumores não apenas nos tecidos que a nomeiam, mas também a câncer de pâncreas, próstata e melanoma. Esta síndrome está associada a deficiências nas proteínas que participam da via de reparo do DNA por recombinação homóloga. Com o aumento da disponibilidade de testes em painéis genéticos por sequenciamento de nova geração (NGS) o espectro de genes relacionados a síndromes como HBOC está sendo expandido para além dos já notórios BRCA1 e BRCA2. No entanto, a enxurrada de informações gerada descreve um grande número de variantes sem significado clínico definido. Neste contexto, um paciente diagnosticado com câncer de pâncreas, e com relevante histórico familiar da doença, recebeu como resultado de um teste de painel genético germinativo uma variante de significado incerto (VUS) no gene BRIP1. Neste trabalho pretendemos verificar se o perfil de segregação da variante acompanha o fenótipo encontrado na família. Pretendemos ainda verificar se o perfil mutacional dos tumores destes indivíduos é característico de tumores com deficiência no sistema reparo do DNA por recombinação homóloga. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
SEQUEIRA BARREIRO, RODRIGO ARAUJO; SABBAGA, JORGE; ROSSI, BENEDITO M.; ACHATZ, MARIA ISABEL W.; BETTONI, FABIANA; CAMARGO, ANAMARIA A.; ASPRINO, PAULA F.; GALANTE, PEDRO A. F.. Monoallelic deleterious MUTYH germline variants as a driver for tumorigenesis. JOURNAL OF PATHOLOGY, v. 256, n. 2, . (18/15579-8, 20/06091-1, 19/04927-8)

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