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Avaliação longitudinal de alterações microestruturais cerebrais através da espectroscopia de prótons por ressonância magnética, citocinas pró-inflamatórias e marcadores neuronais em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico

Processo: 19/06632-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2019 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Simone Appenzeller
Beneficiário:Simone Appenzeller
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Leticia Rittner
Assunto(s):Lúpus eritematoso sistêmico  Ressonância magnética  Citocinas  Reumatologia  Espectroscopia 

Resumo

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune crônica do tecido conjuntivo de acometimento multissistêmico. A doença é classificada como crônica com períodos de atividades e remissão. É predominantemente frequente na idade adulta, porém em torno de 20% de crianças e adolescentes até os 18 anos são acometidos. O comprometimento do sistema nervoso central é frequente e associado a maior morbimortalidade. Nos exames funcionais de ressonância magnética (RM) como a espectroscopia de prótons (ERM) em pacientes com LES podemos observar alterações teciduais metabólicas associadas à atividade da doença, manifestações do sistema nervoso central (SNC) e uso de corticosteroides. Estudos anteriores do nosso grupo têm demonstrado uma redução significativa na razão N-acetil-aspartato/Creatina e Lactato/Creatina, bem como um aumento significativo de Colina/Creatina em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESj) e observado que o dano axonal associou-se a diferentes manifestações neuropsiquiátricas, quando comparados a controles saudáveis. Há fortes evidências que suportam o papel das citocinas e marcadores neuronais na atividade do Lúpus Neuropsiquiátrico. O presente estudo tem como objetivo investigar, através de um estudo longitudinal, se essas alterações funcionais de RM estão associadas a mudanças nos níveis séricos de citocinas Th1, Th2, marcadores neuronais, manifestações clínicas, laboratoriais e de tratamento em pacientes com LES e LESj e comparar os achados destes pacientes com o grupo controle. (AU)