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Fertirrigação com efluente tratado de laticínio no cultivo do arroz

Processo: 19/02921-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2019 - 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Água e Solo
Pesquisador responsável:Tamara Maria Gomes
Beneficiário:Tamara Maria Gomes
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Pesq. associados:Fabrício Rossi ; Giovana Tommaso ; Rogers Ribeiro
Assunto(s):Irrigação por gotejamento 

Resumo

O cultivo do arroz no Brasil demanda uma grande quantidade de água pela irrigação, aplicada por inundação, em muitos casos, com grande desperdício de água. Uma alternativa para reduzir a pressão desse tipo de sistema nos recursos hídricos aparece pela substituição por métodos localizados, no caso de gramíneas, o que melhor se adapta é o gotejamento enterrado. Complementar ao método de irrigação pode haver uma substituição da água de melhor qualidade, por efluentes tratados da agroindústria, além de fonte de umidade às plantas, também pode haver substituição parcial de nutrientes, já que essas águas são ricas em matéria orgânica. Para compensar o investimento do uso dos sistemas localizados na irrigação, o cultivo de arroz especial, aparece como um mercado promissor por exigência da alta gastronomia brasileira. Neste cenário, o objetivo deste projeto é realizar o cultivo de arroz especial fertirrigado por gotejamento enterrado, com efluente tratado de laticínio. O experimento será realizado em ambiente protegido, para melhor controle das condições ambientais, em blocos casualizados no esquema fatorial, e será dividido em duas etapas. Na primeira etapa serão estudadas três cultivares de arroz especiais (IAC 400, IAC 600, IAC 301) e três doses de efluente tratado de laticínio, aplicado por fertirrigação, com quatro repetições, totalizando 36 parcelas. Os tratamentos aplicados para manejo da fertirrigação serão: (T1) 100% água, com 100 % de adubação recomendada para cultura (ADRC); (T2) 50% efluente e 50% água, com 50 % ADRC e (T3) 100% efluente, sem adubação. Na segunda etapa serão consideradas duas condições de umidade do solo (saturado e capacidade de campo) e cinco doses de efluente tratado de laticínio, aplicado como fonte de fertirrigação, com quatro repetições, totalizando 40 parcelas experimentais. Os tratamentos aplicados para manejo da fertirrigação serão: (T1) 100% água, com 100% ADRC; (T2) 25% efluente e 75% água, com 75% ADRC; (T3) 50% efluente e 50% água, com 50% ADRC; (T4) 75% efluente e 25% água, com 25% ADRC e (T5) 100% efluente, sem adubação mineral. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Treinamento técnico em agronomia na USP de Pirassununga