| Processo: | 19/03320-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Kristianne Porta Santos Fernandes |
| Beneficiário: | Kristianne Porta Santos Fernandes |
| Instituição Sede: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Eduardo Vasques da Fonseca ; Sandra Kalil Bussadori |
| Assunto(s): | Dor Parestesia Terapia a laser de baixa intensidade Edema |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | deficiência transversa da maxila | disjunção cirúrgica da maxila | Dor | edema | Fotobiomodulação | parestesia | Fotobiomodulação, Laserterapia |
Resumo
A disjunção cirúrgica da maxila (DCM) é indicada para o tratamento da deficiência transversa da maxila em adultos, principalmente nos casos de grande discrepância de largura entre maxila e mandíbula. Esta cirurgia normalmente é realizada em ambiente hospitalar e seu pós-operatório é acompanhado de dor, edema e parestesia que atingem grande parte da face. A fotobiomodulação (FBM) com uso de laser tem mostrado ótimos resultados no pós-operatório de cirurgias orais, porém em cirurgias maiores há necessidade de aplicação em uma grande quantidade de pontos, o que dificulta e prolonga o tempo de sua utilização. Por outro lado, dispositivos LED têm sido usados para FBM com a vantagem de atingirem áreas anatômicas maiores além de serem mais seguros, de fácil aplicação e de menor custo. Assim sendo, o objetivo deste estudo será avaliar a eficácia de dispositivos de LED (facial e intraoral) no controle da dor, do edema, da parestesia e no reparo ósseo após DCM. Secundariamente serão avaliados o grau de ansiedade e a ocorrência de: cefaleia; otalgia; náusea; hematoma; nasolacrimação; epistaxes; disfagia; elevação da temperatura sistêmica e facial; uso de analgésicos e anti-inflamatórios; e o impacto do procedimento cirúrgico na qualidade de vida dos participantes. Este ensaio clínico controlado, randomizado e duplo-cego envolverá 72 participantes (18 a 45 anos). As cirurgias serão conduzidas por três cirurgiões. Dois examinadores (cegos quanto ao grupo experimental) realizarão as avaliações pré e pós-cirúrgicas e outro aplicará a FBM. Antes de cada cirurgia será realizada a tomada de 5 medidas faciais, exame radiográfico periapical, testes de sensibilidade facial e oral e a avaliação do nível de ansiedade (questionário de Beck e dosagem de IL-1², IL-6, TNF-± e cortisol na saliva). Imediatamente após as cirurgias, o participante será inserido no grupo placebo ou no grupo FBM, conforme randomização. No grupo FBM os participantes receberão 9 aplicações da FBM (operatório imediato, 1, 2, 7, 14, 30, 60, 90 e 120 dias) com um dispositivo LED facial (57 LEDs de 660 e 74 LEDs de 850 nm, ambos de 5 mW, sendo aplicados 6J por ponto) e um intraoral (3 LEDs de 660 nm, de 5mW, sendo aplicados 2J por ponto). No grupo placebo, as irradiações serão simuladas. Os dados serão coletados em períodos de até 120 dias após as cirurgias, conforme a variável avaliada. Serão realizadas as análises de normalidade para determinar os testes estatísticos apropriados para cada conjunto de dados sendo adotado o nível de significância de 5%. (AU)
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