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Uso do manejo adaptativo na otimização do manejo a longo prazo de espécies invasoras prejudiciais à biodiversidade e economia rural

Processo: 18/14995-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2019 - 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Convênio/Acordo: Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (CONICYT) ; CONICET ; NERC, UKRI ; Newton Fund - LATAM ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil
Pesquisador responsável:Alessandra Tomaselli Fidelis
Beneficiário:Alessandra Tomaselli Fidelis
Pesq. responsável no exterior: Martin Nuñez
Instituição no exterior: Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), Argentina
Pesq. responsável no exterior: Lia Fernanda Montti
Instituição no exterior: Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), Argentina
Pesq. responsável no exterior: Ignacio Alejandro Rodriguez Jorquera
Instituição no exterior: Universidad Austral de Chile (UACh), Chile
Pesq. responsável no exterior: Carlos Ignacio Roesler
Instituição no exterior: Universidad de Buenos Aires (UBA), Argentina
Pesq. responsável no exterior: Anibal Pauchard
Instituição no exterior: Universidad de Concepción (UdeC), Chile
Pesq. responsável no exterior: Xavier Lambin
Instituição no exterior: University of Aberdeen, Escócia
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Pesq. associados: Euan Cartner Phimister ; Gabriella de Faria Oliveira Damasceno Ribeiro ; Justin Mark John Travis ; Laura Fasola ; Thomas Cornulier ; Vânia Regina Pivello
Bolsa(s) vinculada(s):19/14207-2 - Análise de espécies invasoras no Cerrado, BP.TT

Resumo

Um grande número de espécies invasoras não nativas (INNS) altamente prejudiciais se estabeleceram na América do Sul. Eles afetam espécies nativas, ecossistemas e meios de subsistência. Muitos INNS são tão difundidos que a erradicação não é uma opção. Sua disseminação deve ser contida e sua densidade reduzida, a longo prazo, naquelas áreas onde não tomar nenhuma ação não é aceitável. Isso deve ser feito da maneira mais econômica possível e considerar: Por quanto a densidade da INNS deve ser reduzida? Como deve ser alcançada a redução desejada? Onde as espécies devem ser reduzidas? Alguns ecossistemas e atividades humanas podem suportar a presença de INNS de baixa densidade, enquanto outros são tão vulneráveis que não toleram nem mesmo baixa densidade de INNS. O custo de gerenciar a INNS também varia espacialmente, especialmente na América do Sul, onde algumas áreas são muito difíceis de acessar e a força de trabalho é escassa. Outra consideração importante é que o INNS é móvel. Isso é tanto um desafio quanto uma oportunidade se o gerenciamento pode explorar padrões conhecidos de disseminação. Os ecologistas estudam a dinâmica de dispersão em detalhes há décadas, mas raramente usaram esse conhecimento para projetar intervenções efetivas de manejo. Projetaremos e apresentaremos aos interessados uma ferramenta de decisão fácil de usar que esperamos que se torne amplamente usada na América Latina. Para garantir que nossa abordagem seja relevante para diferentes contextos na América Latina, trabalharemos com exemplos de espécies que têm grandes impactos e para os quais já existem dados (pinheiros invasores, privet e mink). Também modelaremos cenários plausíveis para espécies de pinheiros pobres em dados, gramíneas exóticas e vespas carnívoras, que afetam as comunidades locais no Brasil, na Argentina e no Chile. Encontraremos a gestão estratégica mais eficaz usando simulações computacionais sofisticadas, considerando a ecologia das espécies, os custos de dispersão e intervenção num contexto espacial. Identificaremos onde os novos dados reduzirão mais efetivamente a incerteza sobre o melhor curso de ação. O problema que enfrentamos é complexo, e vamos incorporá-lo em um processo de gerenciamento adaptativo cooperativo, para que os gerentes melhorem continuamente sua eficácia, confrontando diferentes modelos com dados. Também usaremos nosso projeto como forma de desenvolver a capacidade de pesquisa na América Latina, treinando pesquisadores em início de carreira e estudantes de doutorado por meio de visitas de pesquisa, colaboração contínua e workshops. Nosso projeto terá um impacto positivo e imediato sobre as pessoas e a biodiversidade na América Latina, proporcionando uma mudança radical na gestão de INNS problemáticas. (AU)

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Projetos colaborativos buscam compreender papel da biodiversidade na América Latina 
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