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Desenvolvimento de materiais compósitos ambientalmente amigáveis

Processo: 19/00862-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2019 - 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Nuclear - Aplicações de Radioisótopos
Pesquisador responsável:Esperidiana Augusta Barretos de Moura
Beneficiário:Esperidiana Augusta Barretos de Moura
Instituição-sede: Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ademar Benévolo Lugão ; Francisco Rolando Valenzuela Diaz ; Maria das Graças da Silva Valenzuela ; Rita de Cássia Lacerda Brambilla Rodrigues ; VIJAYA RANGARI
Assunto(s):Materiais compósitos poliméricos  Resíduos agroindustriais  Argilas  Radiação ionizante 

Resumo

Atualmente, os processos de produção baseados no desenvolvimento sustentável e de baixo uso de carbono vem ampliando o interesse por materiais compósitos poliméricos ambientalmente mais amigáveis. Para estes compósitos a origem natural das cargas de reforço é um dos fatores determinantes da sua escolha. O uso de micro e nanocargas extraídas a partir de resíduos da atividade mineral e do agronegócio para o desenvolvimento de materiais compósitos poliméricos ambientalmente amigáveis vem despertando grande interesse, tanto da academia como dos setores produtivos. Ao mesmo tempo, a atenção do mundo globalizado com a destinação final do produto após a sua vida útil e a aplicação dos "3 Rs" da sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) tem impulsionado a pesquisa e o desenvolvimento de materiais mais amigáveis ambientalmente. Neste contexto, o Brasil ocupa uma posição privilegiada em relação a outros países, devido a abundância e diversidade de matérias-primas de fontes naturais e resíduos das atividades mineral e do agronegócio, disponíveis para a produção de materiais ambientalmente amigáveis. Neste projeto, diversas micro e nanocargas serão obtidas a partir de resíduos das atividades mineral e do agronegócio e modificadas como uma medida para garantir a sua dispersão homogênea na matriz polimérica. As modificações serão realizadas através da funcionalização por enxertia ou redução química, ambas induzidas por radiação ionizante. As micro e nanocargas modificadas serão incorporadas em matrizes poliméricas convencionais e biodegradáveis, por meio das técnicas de mistura em solução e de mistura mecânica no estado fundido. Serão desenvolvidos materiais compósitos ambientalmente amigáveis para aplicação nos segmentos de embalagem inteligente, indústria automotiva, construção civil, biomateriais e materiais condutivos. (AU)