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Estudo sobre a influência do sistema nervoso simpático na atividade biológica dos Linfócitos T invariantes natural killer

Processo: 19/11490-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2019 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre de Castro Keller
Beneficiário:Alexandre de Castro Keller
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Alexandre Salgado Basso ; Antonio Mauro Rezende ; Daniella Arêas Mendes da Cruz ; Roberto Rudge de Moraes Barros
Assunto(s):Imunoterapia  Melanoma  Receptores adrenérgicos 

Resumo

Diversos estudos já mostraram o impacto do sistema nervoso simpático (SNS) sobre o sistema imunológico (SI), porém sua influência nas respostas imunes mediadas pelos linfócitos T invariantes Natural Killer (iNKT) ainda é subestimada. Essas células representam uma população de linfócitos não convencionais com seletividade por antígenos lipídicos e capacidade de modular a atividade do SI pela rápida produção de citocinas como IL-4 e IFN-³. Essas características têm sido estudadas como ferramenta para influenciar uma série de doenças associadas ao SI. Por exemplo, a ±-galactosilceramida (±GC), seu principal agonista, é empregada na clinica como alternativa imunoterapica contra o câncer. Como a eficácia dessa abordagem ainda está aquém do esperado, diferentes grupos de pesquisa, inclusive o nosso, têm focado no desenvolvimento de agonistas mais potentes ou de sistema carreadores que potencializem a atividade desses agonistas. Assim, outras possibilidades, como a modulação do microambiente onde ocorre a ativação dos linfócitos iNKT acabam sendo negligenciadas. Nesse contexto, nosso objetivo é determinar o impacto do SNS na atividade biológica dos linfócitos iNKT, explorando a relação SNS/iNKT para o desenvolvimento de novas alternativas capazes de potencializar a atividade imunomoduladora dessas células.Como o SNS influencia diferentes reações celulares, nossa hipótese é que em reposta à ativação dos linfócitos iNKT ou à situações de estresse como no câncer, a liberação de catecolaminas, como a norepinefrina (NE), pelo SNS modula a atividade dessas células. Além de evidências da literatura, que suportam em parte essa ideia, já temos resultados preliminares mostrando que a expressão de receptores adrenérgicos ²1 e ²2 em linfócitos iNKT é diferente daquela observada em células T convencionais e que a hiperativação do SNS influencia tanto a maturação dos linfócitos iNKT no timo quanto o balanço entre suas subpopulações na periferia.Assim, o entendimento da relação SNS/linfócitos iNKT pode auxiliar tanto na compreensão da ontogenia dessas células quanto no desenvolvimento de estratégias mais eficientes para imunoterapia. (AU)

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