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Desenvolvimento de atrativos extra performance para o monitoramento e controle sustentável de moscas-das-frutas

Processo: 18/15301-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de junho de 2019 - 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ari Gitz
Beneficiário:Ari Gitz
Empresa:Bio Controle Métodos de Controle de Pragas Ltda
CNAE: Atividades de apoio à agricultura
Município: São Paulo
Pesquisadores principais:Fabio Silber Schmidt ; Fernanda de Oliveira ; Lizandra Alexa de Carvalho
Pesq. associados:Adalton Raga ; Fernando Berton Baldo
Assunto(s):Fruticultura  Tephritidae  Ceratitis capitata  Pragas de plantas  Controle de pragas  Mosca-das-frutas  Monitoramento biológico 

Resumo

As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) estão entre as principais pragas da agricultura, gerando grande impacto econômico. Estes impactos estão associados aos danos diretos quando as fêmeas depositam ovos nos frutos, as larvas eclodem e consomem a polpa, além de possuírem alta capacidade de dispersão e colonização sob diferentes condições ecológicas, refletindo em elevado potencial de dano aos frutos, interferindo na comercialização para o mercado externo. O projeto tem o objetivo de desenvolver uma nova formulação com extra performance para o monitoramento e controle sustentável de moscas-das-frutas. O desenvolvimento das formulações de novos atrativos para moscas-das-frutas será realizado em três sistemas: olfatômetro de 4 canais, gaiolões de laboratório e em pomares comerciais. Os experimentos em olfatômetro e gaiolões de laboratório serão conduzidos utilizando insetos oriundos das colônias de Anastrepha fraterculus, Ceratitis capitata. Serão utilizadas fêmeas de 3 a 7 dias de idade. Os gaiolões de laboratório vão conter em seu lado superior, quatro armadilhas McPhail de base amarela. Ambos os sistemas de capturas serão avaliados em 24 e 48 horas após a liberação das fêmeas. A comparação dos produtos permite selecionar previamente os atrativos alimentares mais indicados para serem testados no campo, permitindo maior agilidade na fase de screening. Na fase de campo serão testados os atrativos mais promissores, durante um período de oito semanas, utilizando-se pomares de citros, goiaba e manga. As iscas tóxicas serão avaliadas em laboratório e campo. Espera-se obter uma formulação com extensa vida útil, que não realize contato do inseticida com a planta, que não haja risco de intoxicação para o aplicador, ausência de resíduo na fruta, baixo risco e que não tenha impactos ambientais. (AU)