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A glândula pineal além da melatonina: N-acetilserotonina (NAS) um novo hormônio do escuro?

Resumo

A glândula pineal é uma estrutura única de origem ectodérmica, cujo hormônio melatonina, é também conhecido como hormônio do escuro, pois informa ao meio interno a duração da noite. Esta glândula também está integrada aos processos de defesa do organismo, visto que regula negativamente a migração de leucócitos para tecidos periféricos e a produção de agentes pró-inflamatórios por diversas células. A produção de melatonina pela pineal é suprimida no início de uma resposta inflamatória aguda. A molécula precursora da melatonina, N-acetilserotonina (NAS), atuando por receptores próprios (TrkB), também tem propriedades anti-inflamatórias e neuroprotetoras. Quando da montagem de uma resposta inflamatória, é a enzima que converte serotonina em melatonina que é suprimida. No entanto, quando há um aumento da ordem de 5 unidades log da concentração de ATP, que pode ser obtido em condições de necroptose ou necrose, ocorre a inibição da enzima que converte NAS em melatonina. Nosso objetivo neste projeto é verificar se nestas condições NAS poderia ser o hormônio do escuro. Serão testados ATP e agonistas seletivos de receptores P2Y1 e P2X7 administrados por via intracerebroventricular (i.c.v) e como desfecho será determinada a concentração de NAS e melatonina na pineal e o efeito citoprotetora através da determinação da concentração de citocinas e morte celular no córtex e cerebelo. Este é um projeto inovador do ponto de vista conceitual que visa demonstrar que além da melatonina, o precursor NAS, também é um hormônio liberado pela pineal. (AU)

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