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Estudo prospectivo do uso da goma do cajueiro em aplicações cosméticas

Processo: 03/09066-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Parceria para Inovação Tecnológica - PITE
Vigência: 01 de maio de 2004 - 31 de julho de 2007
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química
Pesquisador responsável:Maria Inês Ré
Beneficiário:Maria Inês Ré
Instituição-sede: Instituto de Pesquisas Tecnológicas S/A (IPT). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Empresa: Natura Inovação e Tecnologia de Produtos Ltda
Município: São Paulo
Assunto(s):Gomas e resinas  Microencapsulação  Liberação controlada de fármacos  Heteropolissacarídeos  Cosméticos 

Resumo

A goma do cajueiro é um heteropolissacarídeo ácido constituído de galactose, arabinose, glucose, ramnose, manose e ácido glucurônico. É um produto não-tóxico que, em cosméticos, poderá ser utilizado semelhantemente à goma arábica ou outras gomas como a xantana. Além disso, a goma de cajueiro é um sub-produto da produção da castanha de cajú, da qual o Brasil é o segundo produtor mundial e a sua exploração em escala comercial tem sido buscada nos últimos anos visando uma maior agregação de renda à cajucultura nordestina. O presente projeto pretende investigar o uso da goma do cajueiro em aplicações cosméticas, através de uma parceria científica entre o IPT -Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo de São Paulo, a Universidade Federal do Ceará e a NATURA, no âmbito do Edital Biodiversidade que estabelece o apoio da FAPESP aos projetos em desenvolvimento com a NA TURA. Propõe-se aqui uma parceria na abordagem de desafios tecnológicos a serem tratados para o uso da goma do cajueiro em aplicações cosméticas, dentre eles, o isolamento da goma através de métodos viáveis técnico e economicamente, sua caracterização físico-química e reológica, a avaliação do potencial de formação de coacervados complexos à base da goma do cajueiro e quitosana (outro polímero também natural e biodegradável) ou gelatina e o estudo da aplicação desses coacervados no desenvolvimento de membranas semi-permeáveis e de sistemas de liberação controlada de ingredientes cosméticos bioativos, uma tecnologia avançada que a Natura tem buscado fora do país e em parcerias internacionais. Além dos desafios tecnológicos que o projeto representa, ele se alinha com a política da NATURA de utilização de produtos naturais regionais, claramente expressa em sua linha de produtos à base de princípio ativos naturais extraídos de frutos como maracujá, guaraná, cacau, andiroba, pitanga, castanha do Pará, cupuaçú, buriti, cumarú e copaíba. (AU)

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