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Nanopartículas magnéticas para a imobilização de compostos biomoleculares

Processo: 18/22473-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de agosto de 2019 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Pesquisador responsável:William Alberto Leonel Ferreira
Beneficiário:William Alberto Leonel Ferreira
Empresa:Nchemi Engenharia de Materiais Ltda
CNAE: Fabricação de aditivos de uso industrial
Fabricação de produtos químicos não especificados anteriormente
Município: São Carlos
Vinculado ao auxílio:17/00850-5 - Nanopartículas magnéticas para a imobilização de compostos biomoleculares, AP.PIPE
Bolsa(s) vinculada(s):19/18684-0 - Nanopartículas magnéticas para a imobilização de compostos biomoleculares, BP.PIPE
Assunto(s):Biotecnologia  Reatores biológicos  Moléculas bioativas  Enzimas  Nanopartículas magnéticas  Biofuncionalização de nanomateriais 

Resumo

A demanda na área biomédica de diagnósticos simples e específicos, acompanhados de tratamentos não invasivos e eficazes, pode ser alcançada através do desenvolvimento de blocos de construção com funções específicas. Diante disso, as nanopartículas magnéticas (MNPs) se tornaram um campo tecnológico promissor devido a baixa toxicidade e propriedades magnéticas únicas. Em razão das MNPs, novas técnicas puderam ser desenvolvidas ou se mantém em busca da otimização, tais como, a bioconjugação, hipertermia magnética, imagens de ressonância magnética e entrega controlada de fármacos (drug delivery). Essas aplicações exigem o controle do tamanho, da dispersividade e da compatibilidade em meio biológico das MNPs. Essa especificidade é alcançada pelo controle dos parâmetros de síntese e os componentes orgânicos utilizados. Na Fase 1 do projeto foi apresentada uma nova síntese de nanopartículas magnéticas com terminação amina para a imobilização de biocompostos, uma síntese de fácil obtenção, utilizando reagentes e solventes não poluentes e totalmente reprodutível, as nanopartículas magnéticas que emergiram dessa síntese foram chamadas de Magnus Bio. O Magnus Bio foi caracterizado apresentando como características principais uma nanopartícula superparamagnética com diâmetro de 5 - 10 nm. A atividade dos grupos amina da superfície foram observadas a partir de imobilização com a enzima acetilcolinesterase formando biorreatores, os biorreatores foram submetidos à reação com acetilcolina e o produto dessa reação, a colina, foi monitorado por LC-MS. Observou-se que as terminações amina do Magnus Bio não somente estavam ativas, como uma concentração em massa 50% menor de Magnus Bio proporcionava melhores resultados que as partículas comerciais padrão utilizadas para a formação dos biorreatores. (AU)