| Processo: | 19/16930-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Meliza Goi Roscani |
| Beneficiário: | Meliza Goi Roscani |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Assunto(s): | Cardiologia Qualidade de vida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cardiac remodeling | exercise tolerance | Healthy | Quality of life | regular exercise | Cardiologia |
Resumo
Objetivo: O objetivo deste estudo é comparar os efeitos de um treinamento físico combinado e supervisionado com prescrição não supervisionada de rotina de atividade física na capacidade funcional e qualidade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca. Métodos: Estudo prospectivo longitudinal incluiu 28 pacientes consecutivos com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida divididos randomicamente em 2 grupos pareados por idade e sexo: Grupo Treinado (N17) e Grupo Não Treinado (N 11). Todos os pacientes foram submetidos à avaliação clínica, ecocardiograma transtorácico, teste de caminhada de Cooper, Questionário de Qualidade de Vida antes e após 12 semanas do protocolo de estudo. Variáveis categóricas foram expressas como proporções e comparadas por teste de Qui-Quadrado. ANOVA de 2 vias foi realizada para comparar variáveis contínuas considerando os co-fatores grupo e tempo de intervenção. Teste de Pearson foi realizado para avaliar associação no mesmo grupo. Resultados: Não foram encontradas diferenças entre os grupos em relação às características basais. No final do protocolo, houve melhora da capacidade funcional e fração de ejeção no Grupo Treinado em relação ao Não Treinado (p0,05). Houve interação entre tempo e grupo para a melhora da qualidade de vida no Grupo Treinado. Conclusão: Em pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida, o treinamento físico combinado melhorou a tolerância ao exercício físico e qualidade de vida quando comparado à prescrição não supervisionada de exercício regular nas consultas médicas de rotina. A função ventricular sistólica melhorou no grupo que recebeu treinamento supervisionado. (AU)
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