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Mortalidade por sífilis congênita no estado de São Paulo

Processo: 19/03799-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de setembro de 2019 - 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Carla Gianna Luppi
Beneficiário:Carla Gianna Luppi
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Adriana Sanudo ; Angela Tayra ; Beatriz da Costa Thome ; Carlos Roberto Veiga Kiffer ; Carmen Silvia Bruniera Domingues ; Daniela Testoni ; Daniela Vinhas Bertolini ; Giselle Garcia Origo ; maria aparecida da silva ; Mariana Cabral Schveitzer ; Mariza Vono Tancredi ; Marli de Fátima Prado ; Rita de Cássia Xavier Balda ; Roberto José Carvalho da Silva ; Valdir Monteiro Pinto
Bolsa(s) vinculada(s):19/26372-8 - Mortalidade por sífilis congênita no estado de São Paulo, BP.TT
Assunto(s):Sífilis congênita  Indicadores de saúde  Saúde pública  Vigilância epidemiológica  Natimorto  Causas de morte 

Resumo

A sífilis congênita (SC) constitui-se em importante problema de Saúde Pública devido a sua magnitude, transcendência e a existência de medidas de prevenção e controle efetivas. Entre 2009 e 2016 ocorreu uma elevação de 4,7 vezes na taxa de incidência de SC (TISC) no estado de São Paulo (ESP), em 2016 foram notificados 3.801 casos de SC, que correspondeu a uma TISC de 6,3 casos por 1.000 nascidos vivos (NV). Esse aumento no número de casos foi acompanhado da elevação na ocorrência de desfechos desfavoráveis da SC: aborto, natimorto ou óbito; em 2016 10% dos casos apresentaram essa evolução desfavorável. O objetivo desse trabalho será investigar os desfechos desfavoráveis, óbito, natimorto e aborto, por SC ocorridos no estado de São Paulo, no período de 2007 a 2018. Métodos: o universo do estudo serão os dados relativos a todos os casos notificados no ESP de SC de 2007 a 2018. Serão analisados dados secundários provenientes do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e do protocolo de investigação de transmissão vertical de sífilis. A investigação será conduzida em três etapas: organização do banco de dados, análise de série histórica com dados agregados; e análise dos fatores associados à sífilis congênita com dados individuais. Resultados esperados: a análise e discussão desses resultados permitirão subsidiar a elaboração de políticas públicas para reduzir o número de desfechos desfavoráveis relacionados à sífilis congênita. (AU)