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O segundo tempo da transição política brasileira: liberalização econômica e democracia (1989-1994)

Processo: 19/04186-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2019 - 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Pesquisador responsável:Brasilio João Sallum Junior
Beneficiário:Brasilio João Sallum Junior
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/26694-5 - O segundo tempo da transição política brasileira: liberalização econômica e democracia (1989-1994), BP.TT
19/26827-5 - O segundo tempo da transição política brasileira: liberalização econômica e democracia (1989-1994), BP.TT
Assunto(s):Sociologia política  Plano Real  Democracia 

Resumo

Este projeto pretende analisar as disputas políticas ocorridas no Brasil, no plano nacional, no período posterior à Constituição de 1988, desde 1989 até as eleições gerais de 1994. No período duas macro-disputas polarizaram os vários atores políticos: sobre a natureza da democracia de 1988 e sobre as características da liberalização econômica. Tais disputas levaram diversas crises políticas de maior ou menor profundidade - inclusive a que levou ao impeachment de Fernando Collor. Tendo em vista este ambiente de instabilidade política, pesquisa propõe-se a descobrir como foi possível que a sociedade brasileira conseguisse, ao final de 1994, ter um regime democrático consolidado, ter sua economia doméstica parcialmente ajustada à liberalização econômica que ocorria no plano internacional e ter conseguido estabilizar sua moeda? A pesquisa se orientará teoricamente pelos trabalhos de análise política desenvolvidos por Max Weber, pelos trabalhos de sociologia política que estudam crises analisando coalizões e, no exame das situações críticas, pela perspectiva de Michel Dobry. A pesquisa empírica será feita principalmente com base em banco dados feito a partir de notícias de jornal (Banco POLI) e em entrevistas com atores políticos. Espera-se produzir três artigos e um livro com os resultados. Além destas publicações, os resultados serão disseminados em congressos nacionais e internacionais (ANPOCS e IPSA). (AU)