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Novo espalhador de chama para queimadores de fogão doméstico - fase 2

Processo: 18/23594-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de agosto de 2019 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Fenômenos de Transportes
Pesquisador responsável:Daniel Solferini de Carvalho
Beneficiário:Daniel Solferini de Carvalho
Empresa:Solferini Ltda
CNAE: Atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente
Município: Lorena
Pesquisadores principais:João Andrade de Carvalho Junior
Pesq. associados: Fernando Henrique Mayworm de Araujo
Vinculado ao auxílio:17/15785-4 - Novo espalhador de chama para queimadores de fogão doméstico, AP.PIPE
Bolsa(s) vinculada(s):19/23185-2 - Novo espalhador de chama para queimadores de fogão doméstico: fase 2: bolsa concedida, BP.PIPE
Assunto(s):Combustão 

Resumo

Atualmente nenhum fogão doméstico a gás comercializado do Brasil possui o artifício de uso do turbilhonador de chama (swirler). Nos ensaios realizados na FASE 1 deste projeto, utilizando protótipos simples de queimadores desenvolvidos, foi demonstrado que este artifício possibilitou obter uma eficiência energética de 71%, esse valor é 6% acima do mais eficiente no mercado brasileiro (67%) (71/67 é 1,06). Para o aprimoramento dos modelos que apresentaram a maior eficiência energética propõe-se a construção e testes de novos queimadores com base nos protótipos desenvolvidos e projetados de acordo com modelagem numérica termo fluidodinâmica do escoamento. Há potencial de aumento significativo da eficiência com a realização de modelagem, que permitirá projeto com ajuste da razão ar/combustível, redução de níveis de CO e otimização da transferência de calor à panela. Para viabilizar a transferência da tecnologia desenvolvida e a produção em escala comercial do produto desenvolvida nessa fase do projeto há a necessidade de estudar os processos de manufatura para adequar as formas do modelo aos equipamentos e tecnologias disponíveis atualmente no mercado brasileiro de modo a tornar sua fabricação factível e possibilitando um menor custo de produção. Finalmente, será realizado um estudo de mercado mais profundo considerando os ganhos a partir de um queimador que apresente minimamente 71% de eficiência. (AU)