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Avaliação do potencial antimicrobiano de nanopartículas de ouro e prata sintetizadas empregando extrato aquoso de Mimusops coriacea

Processo: 19/13291-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2019 - 31 de outubro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Marcia Regina Franzolin
Beneficiário:Marcia Regina Franzolin
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Lilia Coronato Courrol
Assunto(s):Farmacorresistência bacteriana  Resistência a múltiplos medicamentos  Anti-infecciosos  Biofilmes  Nanopartículas metálicas  Mimusops coriacea  Biotecnologia  Testes de sensibilidade microbiana 

Resumo

O alarmante problema da multirresistência a antibióticos por bactérias patogênicas nas últimas décadas, tem obrigado pesquisadores a buscar novas moléculas para obter novos medicamentos. Muitas bactérias, além de ter seus mecanismos de resistência, quando atingem o estágio de biofilme maduro apresentam um alto grau de resistência frente a antimicrobianos e ao sistema imune do hospedeiro, sendo muito importante o seu controle. As nanopartículas metálicas produzidas de maneira natural têm demonstrado resultados satisfatórios contra diversas bactérias, e não apresentam toxicidade. Esse estudo tem como objetivo avaliar a atividade antimicrobiana e antibiofilme de nanopartículas de prata e de ouro sintetizadas empregando extrato aquoso obtido de folhas de abricó-de-praia Mimusops coriacea (Mc). Serão empregadas bactérias Gram positivas e Gram negativas, tanto sensíveis como multirresistentes, e leveduras. As suspensões microbianas serão tratadas com diferentes concentrações de nanopartículas e condições de síntese, para verificação de atividade antimicrobiana através de microdiluição em caldo, para obtenção do porcentual de inibição em comparação aos isolados não tratados, após verificação da turbidez. Sendo obtida a Concentração Inibitória Mínima (CIM), também será investigada a Concentração Bactericida Mínima (CBM). Também será realizada a contagem de Unidades Formadoras de Colônias (UFC) dos poços tratados o dos não tratados. O ensaio de coloração com cristal violeta será realizado para verificar a inibição da formação de biofilme e de biofilme pré formado após tratamento, assim como os microrganismos viáveis serão quantificados através de contagem de Unidades Formadoras de Colônias. Será utilizada a microscopia de fluorescência confocal para evidenciar a inibição da formação de biofilme. O estudo de nanopartículas com atividade antimicrobiana abriria uma possibilidade para a busca de novos medicamentos que poderiam ser empregados no tratamento e prevenção de infecções microbianas. (AU)