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Distribuição das células ganglionares em fragmentos de mucosa e submucosa retal para o diagnóstico da moléstia de Hirschsprung

Processo: 19/10339-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2019 - 31 de outubro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Uenis Tannuri
Beneficiário:Uenis Tannuri
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ana Cristina Aoun Tannuri ; Josiane de Oliveira Gonçalves ; Maria Mercês Santos ; Rafael Rodrigues Torres ; Suellen Serafini
Assunto(s):Cirurgia pediátrica  Doenças do colo  Doença de Hirschsprung  Mucosa intestinal  Biópsia  Calbindinas  Acetilcolinesterase  Técnicas e procedimentos diagnósticos 

Resumo

A Moléstia de Hirschsprung (MH), caracteriza-se pela suboclusão intestinal e ausência de células ganglionares entéricas. A análise de fragmento obtido por biópsia retal confirma o diagnóstico da MH. Em um trabalho recente, demonstramos que a análise de 60 cortes por fragmento de mucosa e submucosa retal, corados pelo HE, torna possível o diagnóstico com 90% de acurácia. Neste estudo, em 54% dos casos, os neurônios encontravam-se nos cortes mais profundos (50-60). Isto nos motivou a estudar a distribuição destes na submucosa retal, para tornar o diagnóstico mais simples. Objetivos: criar um método que facilite o diagnóstico da MH, através do estudo da distribuição das células ganglionares no plexo submucoso. Aplicar este método em amostras de pacientes com suspeita de MH, para verificar a acurácia do mesmo. Métodos: estudar a distribuição das células ganglionares em 60 fragmentos de submucosa retal, obtidos de cadáveres encaminhados ao SVOC, através da técnica da calretinina. Após o estudo, será realizada a aplicação do método criado, em 80 casos de suspeita de MH, processados pela coloração HE. A verificação da acurácia do método será feita pela comparação entre os resultados obtidos pelo HE com os obtidos pela técnica da acetilcolinesterase, considerada padrão ouro em nosso laboratório. (AU)