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Aproveitamento inteligente da farinha de girassol visando uma tecnologia sustentável para recuperação integral e simultânea das proteínas, fibras e compostos fenólicos

Processo: 18/12546-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2020 - 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Convênio/Acordo: Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha
Pesquisador responsável:Maria Teresa Bertoldo Pacheco
Beneficiário:Maria Teresa Bertoldo Pacheco
Pesq. responsável no exterior: Stephanie Mittermaier
Instituição no exterior: Fraunhofer-Gesellschaft, Alemanha
Instituição-sede: Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Marcelo Antonio Morgano ; Rita de Cássia Salvucci Celeste Ormenese ; Rosana Goldbeck ; Roseli Aparecida Ferrari
Bolsa(s) vinculada(s):20/03065-0 - Aproveitamento inteligente da farinha de girassol visando uma tecnologia sustentável para recuperação integral e simultânea das proteínas, fibras e compostos fenólicos, BP.TT
Assunto(s):Bioeconomia  Aproveitamento de subprodutos  Helianthus annuus  Farinha de girassol  Proteínas vegetais  Bioatividade 

Resumo

O Brasil se destaca por sua diversidade agrícola e produção de óleos, levando às indústrias a necessidade de adequação na produção, seguindo as tendências mundiais. Neste contexto, as matrizes oleaginosas quando aproveitadas em sua integralidade agregam sustentabilidade e valor a cadeia de produção agroindustrial. A proposta do SmartProSun é desenvolver um processo integrado de reciclagem dos ingredientes da farinha desengordurada de girassol, resultando em concentrado com teores de proteína acima de 75% e altamente solúveis (frações ricas em albumina e globulina), concentrado de fibras alimentares bioativas, bem como a recuperação de componentes valiosos dos efluentes, tais como polifenóis e açúcares. Para alcançar esse objetivo serão utilizados diferentes pHs, temperaturas, salinidades de soluções, assim como, alguns agentes que previnem interações entre proteínas e polifenóis (por exemplo, cisteína). Para separar os polifenóis das proteínas, diferentes opções de filtração por membrana ultrafiltração, nanofiltração juntamente com a diafiltração. As frações obtidas serão avaliadas quanto às propriedades funcionais tecnológicas, bioativas e sensoriais. A bioatividade será explorada para atividade anti-hipertensiva, antidiabética, antimicrobiana e antioxidante. Os produtos elaborados serão adaptados para atender às necessidades específicas de bebidas, nutrição esportiva, substitutos de gordura e outros produtos com apelos diferenciados. O projeto será apoiado por vários parceiros da indústria, os procedimentos baseados em conhecimento científico de estudos anteriores e orientado para diversos segmentos do mercado. Na expectativa de sucesso, os resultados serão transferidos para novos locais de produção na Europa e no Brasil criando novas oportunidades sociais/econômicas, com geração de emprego no crescente mercado de proteínas vegetais. (AU)