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Etnobotânica participativa: conservação e desenvolvimento local no Parque Estadual Serra do Mar - Núcleo Picinguaba, Ubatuba, SP, Brasil - fase 2

Processo: 19/19313-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2020 - 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia
Convênio/Acordo: Secretaria do Meio Ambiente - Fundação Florestal
Pesquisador responsável:Eliana Rodrigues
Beneficiário:Eliana Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Pesq. associados: André Amaral Gonçalves Bianco ; Eliane Simoes ; SANDRA PAVAN FRUEHAUF ; Sonia Aragaki ; Tamara Ticktin
Assunto(s):Etnobotânica  Desenvolvimento regional  Conservação  Plano de manejo  Cosméticos  Plantas aromáticas  Plantas medicinais  Fibras 

Resumo

A presente proposta se enquadra no Tema Prioritário do presente edital: 10. Outras pesquisas que auxiliem a efetividade da gestão de Unidades de Conservação, em consonância com as Metas de Aichi. Entre 2015-2018 foram realizados por esta equipe levantamentos etnobotânicos participativos nos Quilombos da Fazenda e Cambury, que ocupam uma área do Parque Estadual Serra do Mar (PESM), Núcleo Picinguaba, Ubatuba, S.P., Brasil. Como continuidade daquele projeto e atendendo às demandas locais, tanto dessas comunidades, quanto da gestão do PESM, a presente proposta visa contribuir para a promoção do desenvolvimento local a partir do uso sustentável de plantas da Mata Atlântica, com a participação ativa destas comunidades locais, a partir de dois objetivos específicos: 1) Gerar um documento com "Recomendações de Boas práticas de manejo para o extrativismo sustentável da taboa" e 2) Viabilizar a confecção de fitocosméticos utilizando plantas da Mata Atlântica e considerando a sua sustentabilidade. Uma equipe composta por 17 membros (pesquisadores e alunos de universidades, gestores de Unidades de Conservação [UCs] e moradores dos quilombos) e utilizando métodos de suas respectivas expertises: fitossociologia, química, engenharia florestal e ambiental, biologia da conservação, etnobotânica e mídias, promoverão o desenvolvimento de atividades elencadas nesta proposta. Espera-se desta proposta que: 1) o documento contendo o plano de manejo da taboa viabilize a extração e comércio dessa planta dentro da legalidade, e considerando ainda a criação de um selo verde; 2) que novos fitocosméticos possam figurar entre produtos da Mata Atlântica a serem comercializados a médio prazo e 3) que os livretos, folders, aulas e vídeos, desenvolvidos por nós repliquem esta experiência junto a outras comunidades e UCs. (AU)