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Risco de disfonia em profissionais da voz da Universidade de São Paulo: estudo epidemiológico multiprofissional

Processo: 19/14356-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2020 - 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Nair Katia Nemr
Beneficiário:Nair Katia Nemr
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: FÁBIO JACOB ; Marcia Simões Zenari ; Maura Catafesta das Neves
Assunto(s):Vigilância epidemiológica  Epidemiologia  Distúrbios da voz  Prevenção de doenças  Otorrinolaringopatias  Voz 

Resumo

Introdução. No contexto da promoção da saúde de trabalhadores que utilizam profissionalmente a voz ações epidemiológicas possibilitam rastrear o risco de disfonia e estabelecer estratégias específicas que envolvam o encaminhamento para exame laringológico, conduta médica e/ou fonoterapia e/ou orientações vocais. A associação de um instrumento de rastreio com a avaliação vocal e laringológica permite o detalhamento da investigação. Nesse sentido, pesquisas em voz com envolvimento multiprofissional são desejáveis para o delineamento mais assertivo das ações e a avaliação constante de sua efetividade. Objetivo. Avaliar o risco de disfonia em profissionais da voz em ambiente universitário, verificar a presença de disfonia e/ou alterações laringológicas, e propor ações conjuntas entre fonoaudiologia e otorrinolaringologia para os diferentes grupos (baixo/alto risco, com/sem disfonia, com/sem alterações laríngeas).Método. Estudo epidemiológico num universo de mais de mil profissionais funcionários não docentes da Universidade de São Paulo, campus capital com todos que aceitarem participar, independentemente de idade, gênero e tempo de atividade na função. Procedimentos- Etapa I: O convite será enviado no e-mail institucional onde haverá instruções, o TCLE e um link de acesso para abrir e preencher o Protocolo de Rastreio de Risco de Disfonia-Geral (Nemr et al. 2016, 2018).Etapa II. Posteriormente cada participante será convidado a realizar uma gravação de voz para avaliação perceptivo-auditiva-visual, acústica. Etapa III. Todos os que apresentarem alto risco e/ou disfonia serão encaminhados para nasofibrolaringoscopia com estroboscopia e em caso de necessidade serão encaminhados para conduta médica e/ou fonoaudiológica. Os participantes serão então divididos em diferentes grupos de acordo com presença de baixo/alto risco de disfonia, presença/ausência de disfonia, presença/ausência de alterações laringológicas para o estudo epidemiológico dessa população e serão propostas ações multiprofissionais envolvendo a fonoaudiologia e a otorrinolaringologia. Os dados serão analisados na forma descritiva e com aplicação de testes estatísticos a serem definidos, considerando nestes casos p valor menor ou igual a 5%. (AU)