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Processo de fabricação de coletor solar

Processo: 99/06165-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de janeiro de 2000 - 31 de julho de 2002
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Processos de Fabricação
Pesquisador responsável:Mauro Hirdes
Beneficiário:Mauro Hirdes
Empresa:Nova Aliança Comércio e Indústria de Sistemas Solares e Produtos Afins Ltda
Município: São José dos Campos
Bolsa(s) vinculada(s):01/09672-4 - Processo de fabricação de coletor solar, BP.TT
01/02188-0 - Processo de fabricação de coletor solar, BP.TT
00/13819-8 - Processo de fabricação de coletor solar, BP.TT
99/12974-0 - Processo de fabricação de coletor solar, BP.PIPE
Assunto(s):Painéis solares fotovoltaicos  Coletores solares  Energia solar 

Resumo

Durante o primeiro semestre de 2000, a empresa Nova Aliança (antiga Dynamikarman) e o engenheiro Mauro Hirdes, coordenador do projeto, desenvolveram um novo processo de fabricação de coletores solares para aquecimento de água. Chegou-se, assim, a uma proposta de processo baseado na soldagem por brasagem e na mudança do material dos painéis para cobre. Devido ao seu caráter inovador, resolveu-se submeter à FAPESP um projeto de financiamento para o seu desenvolvimento. O projeto original teve como objetivo viabilizar a construção de um novo tipo de coletor de alta eficiência, denominado "cellullar", e que havia enfrentado problemas de corrosão e de fornecimento em sua concepção original - painel roll-bond de alumínio. O coletor, de construção não convencional, possui painel de captação composto por duas chapas conformadas e soldadas entre si, de modo a formar canais de passagem de água. A interligação desses canais, em uma rede semelhante a colméias hexagonais, confere ao painel alta eficiência em captação solar. Adotou-se a estampagem com elastômero e a brasagem, como processos de fabricação, e o cobre, como material base, para evitar problemas de corrosão e aumentar a eficiência de captação do coletor. Para apoiar tecnologicamente o projeto, foi desenvolvido um acordo de cooperação com o Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais (CCDM), da Universidade Federal de São Carlos. (AU)

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