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Parceria Duke-Brazil para o avanço na integração e métrica de serviços de reabilitação em cuidados de saúde coordenada e de alta qualidade

Processo: 19/16531-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2019 - 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Linamara Rizzo Battistella
Beneficiário:Linamara Rizzo Battistella
Pesq. responsável no exterior: Janet PrvuBettger
Instituição no exterior: Duke University, Estados Unidos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Marta Imamura
Vinculado ao auxílio:17/12943-8 - O déficit da inibição como marcador de neuroplasticidade na reabilitação, AP.SPEC
Assunto(s):Medicina física e reabilitação  Saúde da pessoa com deficiência  Sistemas de saúde  Atenção à saúde  Objetivos de desenvolvimento sustentável  Agenda 2030  Cooperação internacional 

Resumo

Um componente essencial, mas muitas vezes negligenciado, dos cuidados de saúde é a reabilitação. Relevante para as necessidades de pessoas com muitas condições de saúde e pessoas com deficiência ao longo da vida, os serviços de reabilitação devem ser integrados como parte de uma coordenação de alta qualidade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou um convite para Ação em Reabilitação 2030, reconhecendo o valor do acesso aos serviços de reabilitação para "garantir vidas saudáveis e promover o bem-estar para todos em todas as idades" (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável). Contribui também para a Meta 3.8 da ODS de "alcançar cobertura universal em saúde, incluindo proteção contra risco financeiro, acesso a cuidados de saúde essenciais de qualidade serviços e acesso a medicamentos e vacinas essenciais seguros, eficazes, de qualidade e acessíveis para todos". Nesta proposta, abordaremos diretamente o ODS3, estabelecendo uma nova parceria internacional para explorar estratégias e políticas para integrar a reabilitação na maior infraestrutura de prestação de cuidados de saúde. Ao fazêlo, o valor da reabilitação, incluindo o resultados atuais do projeto FAPESP, serão mais plenamente percebidos como um benefício ao atendimento integrado e coordenado. Juntos, vamos focar nossos esforços em quatro populações de pacientes dos EUA e Brasil, identificando indicadores significativos de funcionalidade e saúde, e exploraremos futuras oportunidades de pesquisa colaborativa sobre melhoria da saúde e da saúde em todos os países. (AU)